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sábado, 10 de maio de 2014

[Novo post] PF identifica quem é um dos autores das ameaças de morte à Joaquim Barbosa. A figura é da Comissão de Ética do PT. Por que eu não estou surpreso?




lucianohenrique publicou: " Segundo a Veja, a PF está atrás de um tal "Antônio Camara", integrante da Comissão de Ética do PT. O detalhe é que Antonio é um dos responsáveis pelas ameaças de morte a Joaquim Barbosa nas tradicionais missões dos membros do MAV na Internet. Leia um " 




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Nova publicação em Ceticismo Político 






PF identifica quem é um dos autores das ameaças de morte à Joaquim Barbosa. A figura é da Comissão de Ética do PT. Por que eu não estou surpreso?









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Segundo a Veja, a PF está atrás de um tal "Antônio Camara", integrante da Comissão de Ética do PT. O detalhe é que Antonio é um dos responsáveis pelas ameaças de morte a Joaquim Barbosa nas tradicionais missões dos membros do MAV na Internet. Leia um pedaço da matéria, que pode ser acessada em sua integridade na edição de Veja chegando neste fim de semana às bancas: 


Desde que o julgamento do mensalão foi concluído, em novembro do ano passado, o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Joaquim Barbosa, tornou-se alvo de uma série de constrangimentos orquestrados por seguidores dos petistas condenados por envolvimento no maior escândalo de corrupção da história. A chamada "militância virtual" do PT, treinada pela falconaria do partido para perseguir e difamar desafetos políticos do petismo na internet, caçou Barbosa de forma implacável. O presidente do Supremo sofreu toda sorte de canalhice virtual e foi até perseguido e hostilizado por patetas fantasiados de revolucionários nas ruas de Brasília. Os ataques anônimos da patrulha virtual petista, porém, não chegavam a preocupar Barbosa até que atingiram um nível inaceitável. Da hostilidade recorrente, o jogo sujo evoluiu para uma onda de atos criminosos, incluindo ameaças de morte e virulentos ataques racistas.

Os mais graves surgiram quando Joaquim Barbosa decretou a prisão dos mensaleiros José Dirceu, Delúbio Soares e José Genoino. Disparadas por perfis apócrifos de simpatizantes petistas, as mensagens foram encaminhadas ao Supremo. Em uma delas, um sujeito que usava a foto de José Dirceu em seu perfil no Facebook escreve que o ministro "morreria de câncer ou com um tiro na cabeça" e que seus algozes seriam "seus senhores do novo engenho, seu capitão do mato". Por fim, chama Joaquim de "traidor" e vocifera: "Tirem as patas dos nossos heróis!". Em uma segunda mensagem, de dezembro de 2013, o recado foi ainda mais ameaçador: "Contra Joaquim Barbosa toda violência é permitida, porque não se trata de um ser humano, mas de um monstro e de uma aberração moral das mais pavorosas (...). Joaquim Barbosa deve ser morto". Temendo pela integridade do presidente da mais alta corte do país, a direção do STF acionou a Polícia Federal para que apurasse a origem das ameaças. Dividida em dois inquéritos, a averiguação está em curso na polícia, mas os resultados já colhidos pelos investigadores começam a revelar o que parecia evidente. 

Nada disso me surpreende depois que comecei a estudar o fenômeno esquerdista (especialmente a extrema-esquerda) pela mesma ótica com que se estuda o comportamento dos psicopatas. Em cima deste tipo de estudo - que vai desde obras como "Ponerologia Política", de Andrew Lobaczewski, até "Without Conscience", de Robert Hare (talvez o maior especialista em estudo sobre psicopatas no mundo) - podemos rastrear um padrão comportamental claro. A esse padrão dou o nome de moral psicopática. 

Especialmente após Lobaczewski, o mais interessante é descobrir que não é preciso que alguém seja um psicopata (em termos clínicos) para se comportar exatamente como um. O fenômeno da histeria faz com que alguém copie discursos e ações de seus líderes. O resultado disso é a criação de um número enorme de pessoas agindo feito psicopatas, mesmo que clinicamente saibamos que o número de psicopatas clínicos ficam por volta de 2% da população. 

Alguém me pergunta: o que muda com essa constatação? Muda absolutamente tudo em termos de como os tratamos. Sendo que a moral psicopática é o fundamento base do pensamento da esquerda (pois foi criado para sustentar essa doutrina), quando nos defrontamos com eles em debates, se não tivermos o preparo psicológico para nos defrontarmos com pessoas que manipulam e mentem como psicopatas evidentemente estamos em desvantagem. 

Nossa estrutura mental é feita para nos defrontarmos com pessoas que mentem uma vez ou outra e somos capazes de nos precaver de um bom número de ataques. Entretanto, não somos tão preparados assim se nosso oponente se comporta feito um psicopata. Por exemplo, uma pessoa normal praticando fraudes executa um evento no mundo, e nós gastamos esforço mental para decifrar essa fraude e expor ao público. Mas e se nosso oponente é capaz de lançar 25 fraudes em um discurso de 10 minutos? O resultado é que nós iremos nos dispersar a ponto de deixar escapar várias das fraudes feitas pelo oponente. Quando essas fraudes "passam" pelo nosso crivo, o oponente vence. 

Pois bem. A solução que defendo para solucionar esse problema é o estudo da mente de esquerdistas (especialmente da extrema-esquerda) da mesma forma com que tratamos todos os psicopatas. Mesmo que nem todos sejam clinicamente psicopatas, agirão como se fossem sempre que forem abordar assuntos da política. Nossa estrutura mental, portanto, precisa estar preparada para lutar contra alguém com capacidade de concatenar várias fraudes fraudulentas em sequência e apelar à diversas formas de manipulação emocional para tentar fazer o público percebê-lo como moral. Mas se nós estivermos cientes e psicologicamente preparados para que nosso adversário aja exatamente desta forma, seremos capazes de esperar o lançamento de fraudes a cada frase proferida e, em seguida, desmascará-lo adequadamente perante o público. 

Como isso é possível? A partir do momento em que reconhecemos estarmos diante de alguém que se comporta feito um psicopata, automaticamente vamos estudar sobre como funciona a mente do psicopata e como ele reage ao mundo. E, tenha certeza, ele não reage aos eventos do mundo como pessoas normais. A partir do reconhecimento dos principais padrões comportamentais dos adeptos da moral psicopática, podemos inclusive prever qual o próximo comportamento nosso oponente terá. Basicamente, pensaremos: "Como um psicopata faria para te enganar em situação X?". Em muitos casos, isso torna a identificação de fraudes muito mais ágil, em termos de percepção. Autores como Robert Hare e Martha Stout são bons guias nesse sentido. 

Para os psicopatas (ou pessoas que agem como um psicopata), limites são incompatíveis com o padrão "ético" que adotam. Tudo pode ser feito contra oponentes políticos. Por isso, é extremamente previsível que os membros do MAV incitem todas as atrocidades que passem pelas suas cabeças em suas interações virtuais. Nosso padrão ético não se aplica a eles. Para a escória do MAV, nós não passamos de um bando de ingênuos por ter como norte padrões de moral e ética. Para eles, incitar o assassinato de um ministro do STF e lançar campanhas de racismo contra ele são ações plenamente aceitáveis. Aliás, qualquer coisa é aceitável, pois é assim que a mente psicopática funciona. 

Exatamente por isso, não estou nem um pouco surpreso com a notícia de que um membro da Comissão de Ética do PT (bela "ética", não?) era um dos líderes das campanhas de ameaças de morte à Joaquim Barbosa. 






















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“Se não fosse a Santa Comunhão, eu estaria caindo continuamente. A única coisa que me sustenta é a Santa Comunhão. Dela tiro forças, nela está o meu vigor. Tenho medo da vida, nos dias em que não recebo a Santa Comunhão. Tenho medo de mim mesma. Jesus, oculto na Hóstia, é tudo para mim. Do Sacrário tiro força, vigor, coragem e luz. Aí busco alívio nos momentos de aflição. Eu não saberia dar glória a Deus, se não tivesse a Eucaristia no meu coração.”



(Diário de Santa Faustina, n. 1037)

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