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quinta-feira, 8 de maio de 2014

ACI Digital: Vaticano pede libertação de meninas sequestradas na Nigéria

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NOTÍCIAS DIÁRIAS · www.acidigital.com 










8 de maio de 2014 






Vaticano pede libertação de meninas sequestradas na Nigéria


VATICANO, 08 Mai. 14 (ACI/EWTN Noticias) .- O Vaticano fez hoje um urgente chamado para que se liberte as mais de 200 meninas sequestradas na Nigéria por parte do grupo terrorista muçulmano Boko Haram na noite do dia 14 de abril deste ano.




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VATICANO 
Papa Francisco: Não fabriquemos obstáculos burocráticos às pessoas que precisam de Deus 
Vaticano pede libertação de meninas sequestradas na Nigéria 
Papa Francisco recebe Karekin II: O martírio de muitos cristãos se converteu em semente de unidade 
Milagre atribuído a Paulo VI mostra que Deus ama a vida desde a concepção, assegura postulador 

MUNDO 
ONU acusa a Igreja de "torturar" as mulheres com seu ensinamento sobre o aborto 
Peregrinos poloneses correram dois mil quilômetros para chegar ao Vaticano 





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Aprova os bons, tolera os maus e ama a todos.

Santo Agostinho 













VATICANO 









VATICANO, 08 Mai. 14 (ACI/EWTN Noticias) .- Durante a missa matutina na Casa Santa Marta, o Papa Francisco exortou aqueles que estão encarregados de administrar os sacramentos a não criar obstáculos burocráticos para dispensar a graça e aproximar as pessoas a Deus, e colocou como exemplo o apóstolo Felipe, que certamente tinha muito que fazer, mas foi dócil ao chamado do Senhor para ir evangelizar o ministro da rainha da Etiópia.

O Santo Padre se referiu à passagem dos Atos dos Apóstolos que destaca as três qualidades cristalinas de um cristão, que são a docilidade ao Espírito, o diálogo e a confiança na graça.
Explicou que a primeira se destaca no momento em que o Espírito manda Filipe interromper suas atividades e ir até a carruagem na qual viajavam, de Jerusalém para Gaza, a rainha dos etíopes e o ministro.

“Ele, Filipe, obedece. É dócil ao chamado do Senhor. certamente deixou de lado muitas coisas que tinha que fazer, porque naquela época, os apóstolos eram muito atarefados na evangelização. Ele deixa tudo e vai. Isto nos mostra que sem docilidade à voz de Deus, ninguém pode evangelizar, ninguém pode anunciar Jesus Cristo. No máximo, pode anunciar a si mesmo. É Deus quem chama, é Deus quem põe Felipe no caminho. E Felipe vai. É dócil”, afirmou o Papa.

Francisco explicou que esta oportunidade de Felipe de ir ao encontro do ministro etíope para anunciar-lhe a Cristo se dá através de um diálogo, e não de um ensinamento que vem do alto, imposto. É um diálogo que o Apóstolo tem o escrúpulo de começar respeitando a sensibilidade espiritual de seu interlocutor, que está lendo, mas sem entender, um texto do Profeta Isaías:

“Não se pode evangelizar sem diálogo, porque se começa justamente de onde é preciso evangelizar. Como é importante o diálogo. ‘Padre, perde tanto tempo com as estórias de todos!’. Deus perdeu mais tempo na criação do mundo, e o fez bem! Perder tempo com a outra pessoa é importante porque é ela que Deus quer que se evangelize, que lhe seja dada a notícia de Jesus”, expressou o Papa.

Indicou que as palavras de Felipe despertam no ministro o desejo de ser batizado e no primeiro riacho que encontram no caminho, assim acontece. Felipe administra o Batismo ao etíope, pondo-o “nas mãos de Deus, de sua graça”. Francisco destacou que o ministro, a sua vez, será capaz de gerar a fé e “talvez isso nos ajude a entender melhor que quem faz a evangelização é Deus”.

“Pensemos nestes três momentos da evangelização: a docilidade para evangelizar, fazendo o que Deus manda; o diálogo com as pessoas, partindo de onde elas estão; e o terceiro: entregar-se à graça, pois ela é mais importante do que toda a burocracia. ‘O que impede que?: às vezes, na Igreja, somos uma fábrica que produz impedimentos para as pessoas chegarem à graça. Que o Senhor nos faça entender isso”, concluiu o Santo Padre.


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VATICANO, 08 Mai. 14 (ACI/EWTN Noticias) .- O Vaticano fez hoje um urgente chamado para que se liberte as mais de 200 meninas sequestradas na Nigéria por parte do grupo terrorista muçulmano Boko Haram na noite do dia 14 de abril deste ano.

Em declarações aos jornalistas na manhã de hoje, o Diretor da Sala de Imprensa do Vaticano, Padre Federico Lombardi, disse que o sequestro das menores é “outra horrível forma de violência” que há tempo caracteriza a atividade deste grupo extremista islâmico na Nigéria.

“A negação a todo e qualquer respeito pela vida e pela dignidade das pessoas, inclusive as mais inocentes, vulneráveis e indefesas – prosseguiu –, requer a mais firme condenação e suscita a mais veemente compaixão pelas vítimas, e o horror pelos sofrimentos físicos e espirituais e pelas inacreditáveis humilhações que lhes são infligidas”, afirmou o porta-voz do Vaticano.

O Padre Lombardi assinalou deste modo que “esperamos e rezamos a fim de que a Nigéria, graças ao empenho de todos aqueles que podem contribuir para este fim, encontre o caminho para acabar com uma situação de conflito e terrorismo odioso, fonte de dores incalculáveis”.

O sequestro e a ameaça do líder do Boko Haram de “vender” as meninas gerou a indignação internacional e a reação de vários esforços de ajuda de países como a China, Estados Unidos, França e Grã-Bretanha.

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VATICANO, 08 Mai. 14 (ACI/EWTN Noticias) .- O Papa Francisco recebeu nesta quinta-feira a Sua Santidade Karekin II Patriarca Supremo e Catholicós de todos os Armênios, e lhe recordou o martírio armênio do século XX afirmando que este e outros ocorridos nas últimas décadas fizeram com que as Igrejas vivam um “ecumenismo do sofrimento” e que o sangue dos mártires tenha se convertido em semente para a unidade dos cristãos.

“É uma graça especial poder encontrar-nos aqui, perto do túmulo do apóstolo Pedro e compartilhar um momento de fraternidade e de oração”, expressou o Papa ao líder armênio.

“Quero recordar aqui outra celebração densa de significado na qual Sua Santidade tomou parte: a Comemoração das Testemunhas da Fé do século XX durante o Grande Jubileu do ano 2000. Na verdade, o número de discípulos que derramaram seu sangue por Cristo nos trágicos acontecimentos do século passado é certamente superior ao dos mártires dos primeiros séculos e, neste martirologio os filhos da nação armênia ocupam um lugar de honra”.

“O mistério da cruz, tão amado pelo seu povo, representado nas esplêndidas cruzes de pedra que enfeitam todos os cantos de sua terra, viveram-no inumeráveis filhos como participação direta no cálice da Paixão. Seu testemunho, tão alto como trágico, não deve ser esquecido”, manifestou o Papa.

Nesse sentido, afirmou que “os sofrimentos padecidos pelos cristãos nas últimas décadas também deram uma contribuição única e inestimável à causa da unidade entre os discípulos de Cristo. Como na Igreja antiga o sangue dos mártires se converteu em semente de novos cristãos, assim em nossos dias o sangue de muitos cristãos se converteu em semente de unidade”.

“O ecumenismo do sofrimento, o ecumenismo do martírio, o ecumenismo do sangue é um poderoso convite a caminhar pela estrada da reconciliação entre as Igrejas, com decisões e confiante abandono à ação do Espírito. Sintamos o dever de percorrer este caminho de fraternidade também por débito de gratidão que temos com o sofrimento de tantos irmãos nossos”, expressou.

O Santo Padre também agradeceu a Karekin II seu apoio efetivo ao diálogo ecumênico e, em particular, aos trabalhos da Comissão conjunta para o diálogo teológico entre a Igreja Católica e as Igrejas ortodoxas orientais, assim como pela notável contribuição teológica nessa sede da Circunscrição de todos os Armênios.

“Rezemos uns pelos outros para que o Espírito Santo nos ilumine e guie para o dia, tão desejado, em que possamos compartilhar a mesa eucarística. E que interceda pelo povo armênio, agora e por sempre, a Toda Santa Mãe de Deus”, culminou Francisco, quem posteriormente foi com Karekin II à capela Redemptoris Mater para rezar juntos.

Os laços entre a Igreja Apostólica Armênia e a Igreja de Roma se consolidaram nos últimos anos graças a eventos como a viagem de João Paulo II a Armênia em 2001, a presença do Patriarca no Vaticano em diversas ocasiões como a visita oficial a Bento XVI em 2008 ou o início do ministério de Francisco como Bispo de Roma em 2013.

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VATICANO, 08 Mai. 14 (ACI/EWTN Noticias) .- “Um milagre acontecido na vida de uma criança dentro do seio materno é algo extraordinário que nos diz que há uma vida aí e que Deus quer protege-la desde a concepção”, explicou o Padre Antonio Marrazzo, postulador da Causa de Canonização do Papa Paulo VI, ao confirmar que só falta a aprovação do Papa Francisco para definir a data da beatificação do Papa Montini.

O postulador confirmou que foi realizada uma reunião dos cardeais e bispos pertencentes à Congregação para as Causas dos Santos no dia 5 de maio, e explicou ao grupo ACI que “agora nos resta esperar que o Prefeito –Cardeal Angelo Amato-, apresente o milagre ao Santo Padre, e que este o aprove e promulgue o decreto para proclamá-lo beato”.

Embora algumas fontes italianas assegurem que a data para a beatificação será o próximo 19 de outubro, não há até o momento uma confirmação oficial do Vaticano. “O Papa é o último juiz nesta causa, ele tem a última palavra. Podemos fazer muitas hipóteses, mas até que o Papa Francisco não promulgue o decreto do milagre, não se pode falar de beatificação”, acrescentou o Pe. Marrazzo. Sendo assim, a data para a beatificação seria escolhida pelo Papa Francisco, pela Secretaria de Estado e pelo Bispado de Brescia, Itália, diocese onde nasceu Paulo VI.

A milagrosa cura dentro do ventre materno

O milagre ocorreu na Florida, Estados Unidos, em 2001 e seu protagonista é uma criança que, na 24ª semana de gestação, encontrava-se em um estado crítico. Exames médicos diagnosticaram a ruptura da bexiga, com ascite, presença de líquido no abdômen, e Oligo-hidrâmnio, ausência de líquido no saco amniótico. Toda tentativa terapêutica resultou ineficaz para resolver a sua situação.

O diagnóstico foi severo. Era muito provável que a criança morresse dentro do útero ou que nascesse com uma insuficiência renal grave. O ginecologista ofereceu à mãe gestante a opção de abortar, mas a mulher não aceitou a proposta.

Seguindo o conselho de um amigo da família e de uma religiosa da Caridade de Santa Maria Bambina, que tinham conhecido o Papa Paulo VI, colocaram sobre o ventre da mulher uma imagem do Pontífice com uma relíquia e invocaram a sua intercessão.

À 34ª semana de gravidez os novos exames demonstraram que o quadro clínico da criança tinha melhorado e no momento do nascimento –um parto por cesárea na 39ª semana–, o bebê demonstrou boas condições e foi capaz de respirar e chorar.

“Foi um milagre em sintonia com o magistério do Papa Paulo VI e a defesa da vida, e muito interessante –continuou o Pe. Marrazzo-, porque nos diz que Deus nos protege desde o seio materno, desde o momento em que a vida começa. Para Deus a vida humana é um valor não manipulável, não descartável, é um valor, porque Deus nos dá um valor”.

Com efeito, o Papa Montini passará à história entre muitas coisas por escrever a Humanae Vitae, a visionária encíclica sobre a defesa da vida e da família. O menino, cujo nome e localização exatos se reservam por questões de privacidade, foi acompanhado durante os últimos anos por médicos especialistas e demonstrou ao longo dos anos um correto desenvolvimento psicofísico e um funcionamento normal de suas funções renais. No dia 12 de dezembro de 2013 a consulta médica da Congregação para as Causas dos Santos confirmou por unanimidade a cura inexplicável, enquanto que no dia 18 de fevereiro o Congresso de teólogos desta congregação reconheceu unanimemente a intercessão do Papa Paulo VI.

Outras graças atribuídas a Paulo VI

Por ultimo, o Pe. Marrazzo assegurou que o Papa Paulo VI continua intercedendo por muitas graças associadas a problemas familiares e de saúde, e as cartas continuam chegando desde todas partes do mundo, especialmente da zona próxima a Concesio, Brescia, a casa onde nasceu o Papa Montini.

“Podemos dizer que Paulo VI continua o seu magistério diário do céu, a causa está avançando da maneira correta, mas não se pode esquecer que é Deus quem faz o milagre, não os santos, eles são os que intercedem diante de Deus”, concluiu.

O Papa Paulo VI, Giovanni Battista Enrico Antonio Maria Montini, nasceu em Lombardia em 26 de setembro de 1897 e marcou a história por concluir os trabalhos do Concílio Ecumênico Vaticano II, iniciado por São João XXIII, e também pela publicação de sete encíclicas que servem como apoio para a guia da Igreja.

Morreu em Castel Gandolfo, em 6 de agosto de 1978, festa da Transfiguração do Senhor. Espera-se que nos próximos dias o Papa Francisco promulgue a aprovação do decreto que o elevaria aos altares.

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MUNDO 









GENEBRA, 08 Mai. 14 (ACI/EWTN Noticias) .- Diversos organismos criticaram a parcialidade do Comitê das Nações Unidas contra a Tortura, depois da acusação feita em uma de suas audiências contra a Igreja Católica de estar violando uma convenção internacional contra a tortura com o seu ensinamento sobre o aborto.

Ashley McGuire, membro da mesa consultiva do Catholic Voices USA, disse em 6 de maio que “é escandaloso que o Comitê das Nações Unidas contra a Tortura desafie os compromissos da Igreja Católica com a santidade da vida em todas suas etapas”.

O Comitê das Nações Unidas sobre a Convenção contra a Tortura realizou uma audiência com uma delegação da Santa Sé em Genebra, nos dias 5 e 6 de maio.

Cada um dos 155 Estados que fazem parte da convenção, incluído os Estados Unidos, estão obrigados a informar ao comitê das Nações Unidas cada quatro anos, para discutir sobre sua implementação.

O comitê pressionou a delegação da Santa Sé sobre casos de abusos sexuais e de aborto. A vice-presidente do comitê, Felice Gaer, disse que penalizar o aborto em todas as circunstâncias pode violar a convenção contra a tortura.

Para Ashley McGuire, a atitude de Gaer nas audiências “enviou um forte sinal de que ela considera que a posição pró-vida é como uma posição pró-tortura”.

“Dado que a maioria das religiões do mundo defendem perspectivas parecidas sobre o aborto, se o comitê adotasse uma posição oficial contrária, seria um ataque direto contra a liberdade religiosa, e colocaria em risco a credibilidade do comitê e sua missão”.

McGuire questionou também a parcialidade do vice-presidente do comitê, Claudio Grossmanm, citando um relatório do Solidarity Center for Law and Justice, com sede em Atlanta (Estados Unidos), no qual se indicou o anterior trabalho de Grossman em apoio de uma conferência que analisou estratégias para avançar nos “direitos reprodutivos das mulheres”, uma frase que geralmente inclui o aborto.

Grossman também deu ajuda em financiamento e supervisão a um importante defensor do reconhecimento legal de muitas relações pessoais diferentes ao matrimônio tradicional.

Para McGuire, “sua parcialidade ao avaliar a Santa Sé, enquanto se ataca os pontos de vista da Igreja Católica é seriamente questionável”.

Para a integrante do Catholic Voices USA, tanto Gaer como Grossman poderiam estar violando as normas do comitê.

“O óbvio conflito que o presidente e a vice-presidente mantêm não só impacta na credibilidade e reputação de todo o comitê, mas poderia criar um conflito de interesse e poderia cair dentro das próprias regras do Comitê das Nações Unidas para a recusa”.

Por sua parte, o chefe da Missão Observadora Permanente da Santa Sé nas Nações Unidas, em Genebra, Dom Silvano Tomasi, indicou ao comitê em 5 de maio que os estados estão obrigados a proteger e perseguir pessoas em suas jurisdições, e são responsáveis pela justiça que diz respeito a “crimes e abusos cometidos por pessoas sob sua jurisdição”.

A delegação enfatizou repetidamente que a Santa Sé assinou a convenção com a compreensão de que aplica ao território da Cidade Estado do Vaticano, não a toda a Igreja Católica.

“Obviamente, algumas pessoas não estão de acordo com este manifesto porque sentem que a autoridade da Santa Sé se estende às instituições e às pessoas de toda a Igreja Católica”, disse Dom Tomasi em 5 de maio à Rádio Vaticano.

“Entretanto, de um ponto de vista jurídico, isto não é exato e há uma diferença importante que deve ser levada em consideração entre uma responsabilidade jurídica e uma responsabilidade moral, espiritual, pastoral”.

Dom Tomasi indicou que alguns dos questionamentos do comitê assumiam que a Santa Sé é “diretamente responsável” por cada sacerdote e empregado da Igreja no mundo, “o que é obvio, não é assim”.

Outros comitês da ONU foram usados para examinar a atuação da Igreja Católica em matéria de abuso de menores, e se converteram em plataformas para atacar os ensinamentos da Igreja.

Um relatório de fevereiro do Comitê das Nações Unidas sobre Direitos das Crianças usou a discussão da convenção sobre os direitos das crianças para assegurar que o Vaticano “sistematicamente” adotou políticas permitindo que sacerdotes abusem e assediem crianças.
O comitê também usou o relatório para condenar o ensinamento católico sobre a homossexualidade, anticoncepção e aborto, e solicitaram que se mude a doutrina católica a respeito.

Em 2 de maio deste ano, o diretor do Escritório de Imprensa do Vaticano, Pe. Federico Lombardi, elogiou os princípios da convenção anti-tortura, ao tempo que advertiu contra a pressão do ONGs com um “forte caráter e orientação ideológica” que estão tentando influenciar tanto no comitê da ONU como na opinião pública.

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ROMA, 08 Mai. 14 (ACI/EWTN Noticias) .- Um grupo de amigos poloneses decidiu correr para chegar a Roma e estar presente na canonização dos santos João Paulo II e João XXIII.

“Não temos nenhuma organização (oficial). Somos amigos”, disse Tomasz Pietnerzak ao Grupo ACI em 27 de abril. “Quando outro amigo propôs ir correndo ao Vaticano. Eu disse ‘está bem, corramos. Vamos!’”.

O grupo de 22 homens, de diferentes idades, correu uns dois mil quilômetros para estar presente nas canonizações. Correram 300 quilômetros por dia.

Pietnerzak confessou que a motivação principal que impulsionou esta iniciativa foi “correr em forma de agradecimento”, e que a palavra “obrigado” foi estampada na parte de trás da camiseta que usaram para correr.

“Corremos porque não podemos fazer nada mais”, explicou o peregrino. Deste modo expressou a sua especial gratidão a São João Paulo II não só porque “é polonês”, mas também porque “mudou o mundo e Polônia”.

A missa de canonização de São João Paulo II e São João XXIII foi celebrada no dia 27 de abril às 9h30 na Praça de São Pedro, onde um grande número de peregrinos lotou as ruas principais e acessórias.


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“Se não fosse a Santa Comunhão, eu estaria caindo continuamente. A única coisa que me sustenta é a Santa Comunhão. Dela tiro forças, nela está o meu vigor. Tenho medo da vida, nos dias em que não recebo a Santa Comunhão. Tenho medo de mim mesma. Jesus, oculto na Hóstia, é tudo para mim. Do Sacrário tiro força, vigor, coragem e luz. Aí busco alívio nos momentos de aflição. Eu não saberia dar glória a Deus, se não tivesse a Eucaristia no meu coração.”



(Diário de Santa Faustina, n. 1037)

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