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quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

ADHT: Defesa Hetero




ADHT: Defesa Hetero


Doutrinação ideológica na FATEC de Barueri - 2ª parte 
Caso FATEC: Liminar que censurou coordenador do ESP é suspensa parcialmente 
Associação Nacional Pró-Vida e Pró-Família adota medida judicial contra zombaria anticristã do grupo Porta dos Fundos 



Posted: 15 Jan 2014 02:40 PM PST






Publicamos a seguir, devidamente autorizados por decisão do Desembargador Mauro Conti Machado, a 2ª parte da análise crítica que estamos fazendo sobre as aulas de Comunicação e Expressão ministradas pela Prof.ª Cléo Tibiriçá, na Faculdade de Tecnologia de São Paulo - Fatec de Barueri-SP (a 1ª parte foi e continua despublicada por força de liminar concedida pela Juíza da 2ª Vara Cível da Comarca de Barueri). Cientificada em 13.11.2013 do teor de nossas críticas, a Prof.ª Cléo enviou-nos resposta publicada juntamente com a parte censurada pela referida liminar.


Uma cópia do texto abaixo foi enviada à professora -- a quem franqueamos o espaço do ESP para que exerça, da forma mais ampla, o direito de resposta --, ao coordenador do curso de Comércio Exterior da Fatec-Barueri, Givan Fortuoso, ao diretor da faculdade, Evandro Cleber da Silva, à Diretora Superintendente do Centro Paula Souza, Laura Laganá, e ao Secretário de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia do Estado de São Paulo,Rodrigo Garcia. 


Por Miguel Nagib


Como se vê do material adotado em seu plano de ensino (clique aqui para ler), a preferência da Prof.ª Cléo Tibiriçá pela temática político-ideológica -- em prejuízo de uma infinidade de assuntos que poderiam ser tratados em sua disciplina -- só não é mais patente do que a sua identificação com a esquerda e do que a sua intenção de transformar os alunos em réplicas ideológicas de si mesma.


É certo que nem todos os itens do programa possuem o mesmo teor militante. Mas aqueles em que o viés esquerdista não salta imediatamente aos olhos tampouco oferecem uma perspectiva que se contraponha a esse viés, o que impede que os estudantes adquiram uma visão mais complexa (e menos ideológica) das realidades abordadas. Assim, a "conservadora classe média brasileira" é apresentada aos estudantes sob um único ponto de vista: o daqueles que a odeiam. Por meio do citado material, a professora direciona o "olhar crítico" dos alunos exclusivamente contra os adversários ideológicos da esquerda.


Com efeito, no seu pequeno madraçal ideológico -- que é sustentado pelos contribuintes do Estado de São Paulo, já que a Fatec é uma instituição pública de ensino --, o ingresso de ideias e fatos capazes de desviar os estudantes do "bom caminho" da esquerda é rigorosamente proibido. Querem ver?


Incomodados com a falta de oposição aos discursos ideológicos promovidos pela professora, alguns estudantes sugeriram que se discutissem em sala as ideias do psiquiatra americano Lyle H. Rossiter, crítico da mentalidade esquerdista/progressista nos EUA (o que os americanos chamam de "liberal"). Não que o Dr. Rossiter seja uma referência importante do pensamento conservador (nem sei se não é), mas seria pelo menos um contraponto ao esquerdismo virulento e militante que a Prof.ª Cléo lhes impõe.


A resposta da professora -- enviada aos alunos por mensagem de email encaminhada ao ESP por um dos seus destinatários -- foi a seguinte:


Quanto ao autor Rossiter e sua obra "Liberal Mind", que não conhecia, além de fazer uma pesquisa nos sites acadêmicos, conversei com renomados professores das areas de economia, sociologia e política economica para obter referências. Descobri que o autor Rossiter não tem nenhuma credibilidade acadêmica. Ele é muito lido pela perigosa minoria de extrema direita americana; no Brasil, teve alguma repercussão em pequenos círculos de conservadores radicais; mas, para fins de estudos academico-científicos ele não é levado a sério, nem pelos conservadores, nem pelos progressistas. Segundo alguns pesquisadores que se deram ao trabalho de ler os textos do Sr. Rossiter, ele basearia todas as suas conclusões apenas em suas convicções quase que religiosas, paranóicas e sem nenhum embasamento científico.


Acho que como há tanta coisa boa e inteligente para ler, e nosso tempo é tão pouco, devemos evitar as charlatanices.


E fim de papo! Em aula de Cleonildi Tibiriçá conservadores não têm vez. Quem quiser saber o que eles pensam deve ler os artigos de Matheus Pichonelli (para saber do que estamos falando, clique aqui e aqui).


Chamo a atenção para o expediente utilizado pela professora para justificar o seu veto. Primeiro, a tentativa de silenciar os alunos, apelando para a autoridade da Academia: "conversei com renomados professores… Descobri que o autor Rossiter não tem nenhuma credibilidade acadêmica." Depois, a de assustá-los, afirmando que quem se interessa pelo que ele escreve é a "perigosa minoria de extrema direita americana"; e, no Brasil, os "conservadores radicais".


Ou seja, mesmo sem conhecer a obra sugerida, a Prof.ª Cléo não hesitou em desqualificar e estigmatizar o seu autor perante os alunos, deixando subentendido que eles próprios poderiam ser tachados de extremistas e radicais de direita se insistissem na leitura do livro.


Quem lesse o último parágrafo dessa mensagem sem conhecer o plano de ensino da professora poderia pensar que ela está se referindo à filosofia de Aristóteles, à poesia de Dante, à moral de São Tomás… Nada disso! "Coisa boa e inteligente", para a Prof.ª Cléo, são os textos de Leonardo Sakamoto, Ramatis Jacino e Matheus Pichonelli...


A propósito, qual a "credibilidade acadêmica" desses indivíduos? Em que parte do universo a sua produção intelectual é levada a sério para fins de estudos acadêmico-científicos? Mas, sobretudo, que relevância pode ter o requisito da "credibilidade acadêmica" -- aplicado, como visto, somente ao Dr. Rossiter -- numa disciplina (Comunicação e Expressão) cujos objetivos deveriam estar centrados na forma da mensagem, e não no seu conteúdo? Ao recusar a obra do Dr. Rossiter por suposta falta de credibilidade acadêmica, a Prof.ª Cléo deixou ainda mais claro que o critério que orienta a escolha dos textos na sua disciplina não é a forma (beleza, correção, clareza, estilo, etc.), mas o conteúdo -- ou melhor, o viés ideológico desse conteúdo.


Assim, a disciplina "Comunicação e Expressão" se transforma, nas mãos da professora militante, no instrumento ideal para o proselitismo ideológico mais escancarado. Como se vê do seu plano de ensino -- e restará ainda mais evidenciado no curso desta análise --, a Prof.ª Cléo Tibiriçá utiliza suas aulas na Fatec com o fim inequívoco (ainda que não exclusivo) de "fazer a cabeça" dos alunos. Para saber se ela tem esse direito, clique aqui.


Continua.


P.S. - Numa entrevista à Revista Fórum, a Prof.ª Cleonildi, querendo justificar-se, apresenta a desculpa padrão de todo professor militante. Diz ela: "Não existe professor que não entre em sala de aula com a sua visão de mundo".


A professora está certíssima. Não existe professor que entre em sala sem a sua própria visão de mundo. Isto é fato. Mas a questão não é essa. A questão é saber que atitude devemos tomar diante desse fato.


Devemos relaxar e gozar e dar livre curso às nossas paixões, preferências, inclinações e preconceitos -- como fazem os professores militantes --; ou devemos fazer um esforço sincero para controlar e reduzir, tanto quanto possível, a influência negativa desses fatores sobre o conhecimento?


Devemos aproveitar que os alunos estão ali, à nossa disposição, sem poder sair da sala, sob a nossa autoridade, dependendo da nossa avaliação, obrigados a nos escutar, a ler o que os mandarmos ler e a estudar o que os mandarmos estudar, para "fagocitá-los" ideologicamente, para tentar transformá-los em réplicas ideológicas de nós mesmos, para que abracem as nossas causas e votem nos nossos candidatos; ou devemos fazer o possível para respeitar sua liberdade de consciência e auxiliá-los na busca do conhecimento?


Como se vê, a questão aqui não é epistemológica ou pedagógica, mas ética e jurídica.


Pode ser impossível eliminar totalmente a influência do fator ideológico. Mas fazer um esforço constante para diminuir e controlar essa influência é perfeitamente possível.


Um cidadão comum não tem obrigação de fazer esse esforço, mas um professor tem. Obrigação profissional, ética e jurídica.







ADENDO ADHT: Esta é a luta da ESP e deve ser a de todos nós para que nossos filhos possam estudar sem serem doutrinados ideológicamente. Vamos cortar a cabeça da cobra-coral que está envenenando novas gerações com o Marxismo, Comunismo e outras ideologias que causaram milhões de mortes em diversos países que adotaram essas ideologias e outras semelhantes. 



Posted: 15 Jan 2014 01:48 PM PST





Criado em Sexta, 10 Janeiro 2014 21:10


O Desembargador Mauro Conti Machado, do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, suspendeu hoje, parcialmente, a censura imposta ao coordenador do ESP, Miguel Nagib, pela Juíza da 2ª Vara Cível da Comarca de Barueri-SP, Daniela Nudeliman Guiguet Leal, a pedido da Prof.ª Cléo Tibiriçá, da FATEC de Barueri.


Dizendo-se ofendida em sua honra e em sua imagem pelo artigo "Doutrinação ideológica na FATEC - 1ª parte" -- no qual o coordenador do ESP divulgou o plano de ensino do curso de Comunicação e Expressão por ela ministrado na FATEC, acusando-a, com base no material adotado, de fazer doutrinação política e ideológica em sala de aula --, a Prof.ª Cléo Tibiriçá ajuizou contra Nagib uma ação de reparação de danos morais, pedindo, em caráter liminar, que o referido artigo fosse retirado do ESP e que Nagib fosse proibido de publicar qualquer artigo mencionando o seu nome ou o curso por ela ministrado, sob pena de multa diária de R$ 1.000,00. Os pedidos foram deferidos pela juíza Daniela Leal (para ler a decisão, clique aqui).


Agora, acolhendo parcialmente recurso interposto por Nagib, o Desembargador Mauro Conti Machado suspendeu a ordem para que ele se abstivesse de publicar qualquer artigo mencionando o nome ou o curso ministrado pela Prof.ª Cléo, mas manteve a censura ao artigo "Doutrinação ideológica na FATEC - 1ª parte".


Para ler a decisão do Desembargador Mauro Conti Machado, clique aqui.


O recurso de Nagib contra a decisão da juíza Daniela Leal ainda será julgado pela 9ª Câmara de Direito Privado do TJSP.


Com a suspensão parcial dos efeitos da liminar deferida pela juíza Daniela Leal, o ESP volta a publicar a série de artigos sobre as aulas da Prof.ª Cléo Tibiriçá na FATEC de Barueri. Veja aqui.





ADENDO ADHT: Com isto, o Dr. Nagib volta a revelar mais acerca da "Doutrinação Ideológica na Fatec - 2a. parte". Leia-o no proximo artigo. 



Posted: 15 Jan 2014 07:31 AM PST

15 de janeiro de 2014









Associação Nacional Pró-Vida e Pró-Família adota medida judicial contra zombaria anticristã do grupo Porta dos Fundos


Comentário de Julio Severo: Muitos anos atrás, vi a Associação Nacional Pró-Vida e Pró-Família nascer. Essa entidade tem realizado, ao longo dos anos, um espetacular trabalho pró-vida. Seu fundador, Dr. Humberto L. Vieira, foi uma das grandes bênçãos na minha vida. Seu interesse altruísta de promover a causa pró-vida é fenomenal. Com a ajuda dele, publiquei mais de 10 anos atrás o livreto "Abortos no Silêncio," que explica a postura evangélica oposta à contracepção. Sob minha recomendação, ele se dispôs a fazer uma doação de muitas fitas de vídeo (naquela época, os CDs eram raridade) de um testemunho pró-vida a um famoso bispo evangélico de Brasília que eu havia escolhido. Quando o bispo viu a amostra e percebeu que vinha de uma entidade católica, recusou. Foi uma atitude triste, pois o Dr. Humberto, como católico, não tinha resistência alguma de distribuir esse testemunho, que era de uma jovem evangélica. Fico contente de ver a Associação Nacional Pró-Vida e Pró-Família na luta pelos valores cristãos.


Leia agora a matéria do jornal O Globo:
Associação católica protocola ação contra canal Porta dos Fundos


Documento da Associação Pró-Vida e Pró-Família denuncia ao Ministério Público vídeos que satirizam dogmas religiosos


'Conteúdo escarnece de modo vil do dogma cristão', alega representação criminal


Marina Cohen


RIO - A Associação Nacional Pró-Vida e Pró-Família protocolou, na tarde desta segunda-feira, uma representação criminal contra o grupo de humor Porta dos Fundos no Ministério Público Estadual do Rio de Janeiro.





O ator Gregorio Duvivier interpreta Jesus Cristo em uma das esquetes de zombaria anticristã do Especial de Natal do canal Porta dos Fundos Reprodução / YouTube


O documento ainda será analisado por um promotor, que decidirá se instaura ou não uma investigação com base na representação. O documento relata uma série de vídeos produzidos pelo canal do YouTube que satirizam dogmas da religião católica, principalmente o"Especial de Natal", que traz diversas esquetes que a associação considera "ofensivo à moral cristã".


— Vamos nos empenhar pesado nisso — afirmou, por telefone, Hermes Rodrigues Nery, diretor de imprensa da associação brasiliense que veio ao Rio protocolar a representação criminal.


"Não é de hoje que esse canal faz questão de debochar e insultar, das mais diversas formas, as religiões monoteístas – em especial o Cristianismo", acusa um trecho do documento.


Ao fazer a denúncia, a representação cita o Artigo 208 do Código Penal, cujo texto diz que "Escarnecer de alguém publicamente, por motivo de crença ou função religiosa" pode ocasionar pena de detenção, de um mês a um ano, ou multa.


"O vídeo foi veiculado na antevéspera do NATAL e seu conteúdo escarnece de modo vil do dogma cristão da concepção virginal de Jesus Cristo; ataca vários símbolos religiosos – cruz do calvário, a passagem da mulher adúltera, o ato da crucificação de Cristo, dentre outros; ofendendo, portanto, o sentimento religioso de milhões de cidadãos brasileiros que são cristãos – sentimento este protegido pela Constituição de 1988, e pelo mencionado art. 208 do Código Penal", enfatiza uma passagem da ação pública.


Críticas nas redes sociais


Os mesmos quadros que arrancam gargalhadas da maior parte do público geraram revolta em grupos cristãos, que consideraram blasfêmia a paródia com o nascimento de Jesus. O polêmico "Especial de Natal" desencadeou reações fortes de alguns grupos católicos, que têm feito campanha contra o canal de humor que virou fenômeno da web nacional. Internautas têm usado as redes sociais para convocar quem não gostou da piada a marcar a opção "não curti". Por isso, o vídeo já conta com mais de 26 mil rejeições, um dos índices mais altos do portal.


Ainda há uma petição online que exige que a marca de cerveja Itaipava deixe de patrocinar os vídeos do site e "de apoiar o ataque ao Cristianismo". A fabricante de bebidas já emitiu nota informando que manterá o patrocínio ao canal, mas fez uma ressalva, enfatizando que "não apoia qualquer manifestação que venha a atingir valores religiosos" e não teve qualquer envolvimento com a produção do episódio em questão.


Fonte: O Globo


Divulgação: www.juliosevero.com





ADENDO ADHT:

Muitos pensam que fazer uma DENUNCIA no MPF é algo complicado e que seus nomes poderão ser alvos de futuras retaliações. O MPF tem um sistema de denúncias em seus sites, dependendo do Estado, em que a pessoa pode fazer a denuncia diretamente online, apenas como uma reclamação, pedindo para que o MPF destaque algum "procurador federal" para analisar os documentos enviados e se julgar apropriado, eles próprios abrem a devida DENUNCIA sem mencionar seu nome. Isto pode ser solicitado na própria reclamação como forma de proteger sua pessoa. Então aja, seja um Brasileiro defensor dos seus direitos, não aceite badernas como estas feitas pelo Canal "Porta dos Fundos" e outros que estão usando as redes sociais apenas com a finalidade de denegrir principalmente os cristãos ou outros segmentos. Se tiver dúvidas como ela a DENUNCIA, entre em contato com defesa_hetro@yahoo.com que daremos as dicas de como fazê-la. Cordialmente, Rev. Alberto Thieme, Presidente da ADHT - Defesa Hetero. 



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Jesus, oculto na Hóstia, é tudo para mim




“Se não fosse a Santa Comunhão, eu estaria caindo continuamente. A única coisa que me sustenta é a Santa Comunhão. Dela tiro forças, nela está o meu vigor. Tenho medo da vida, nos dias em que não recebo a Santa Comunhão. Tenho medo de mim mesma. Jesus, oculto na Hóstia, é tudo para mim. Do Sacrário tiro força, vigor, coragem e luz. Aí busco alívio nos momentos de aflição. Eu não saberia dar glória a Deus, se não tivesse a Eucaristia no meu coração.”



(Diário de Santa Faustina, n. 1037)

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