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sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

[Novo post] Para defender os rolezinhos, petista Eduardo Guimarães cria novas raças: baianos, pobres, favelados, etc.




lucianohenrique publicou: " Quando achamos que a extrema-esquerda já atingiu seu limite de fraudes intelectuais, sempre aparece um petista retinto para nos demonstrar que este limite pode ser sempre superado. Um dos mais ardorosos jornalistas governistas, Eduardo Guimarães, a" 



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Quando achamos que a extrema-esquerda já atingiu seu limite de fraudes intelectuais, sempre aparece um petista retinto para nos demonstrar que este limite pode ser sempre superado.

Um dos mais ardorosos jornalistas governistas, Eduardo Guimarães, atingiu novos parâmetros de argumentação psicótica no texto "Criminalização de 'rolezinhos' gera explosão de racismo na Internet". Leia-o:


Em 1951, foi promulgada a Lei 1390/51, mais conhecida como Lei Afonso Arinos. Proposta por Afonso Arinos de Melo Franco, proibia a discriminação racial e a separação de "raças" diferentes que, até então, era aceita.

A lei Afonso Arinos acabou se revelando ineficiente por faltar rigor nas punições que previa mesmo em casos explícitos de discriminação racial em locais de trabalho, em estabelecimentos comerciais, em escolas e nos serviços públicos.

Em 1989, o governo José Sarney promulgou a Lei 7716/89, mais conhecida como "Lei Caó". Proposta pelo jornalista, ex-vereador e advogado Carlos Alberto Caó Oliveira dos Santos, essa lei determinou a igualdade racial e o crime de intolerância religiosa.

Apesar de ser menos usada do que deveria, a lei 7716/89 inibiu fortemente o racismo explícito no país por tê-lo tornado inafiançável. Contudo, a leniência da Justiça mesmo com os casos mais graves continua estimulando o racismo aberto em vários setores da sociedade e, sobretudo, em regiões específicas do país – sobretudo no Sul e no Sudeste.

Onde andará o Ministério Público e a mesma Justiça que foi tão ágil em dar permissão aos shoppings para barrarem a entrada daqueles que essa "juventude" chama de "negrada" e de "baianada"? Com a palavra, o doutor Rodrigo Janot, Procurador Geral da República Federativa do Brasil.

.Como evidência do "racismo" na Internet, Guimarães cita a imagem abaixo:


Vamos esclarecer toda essa bagunça criada por Guimarães.

A partir do momento em que a opinião pública entendeu o racismo como algo abjeto (com muita justiça, diga-se de passagem), grande parte da esquerda optou por ressignificar o termo de forma ridícula e descabida. Basicamente, o que eles fazem é esvaziar o termo racismo de sentido de forma que, quase sempre que ouvimos eles gritarem "racismo", já podemos suspeitar de embuste. Como sempre, a esquerda presta um desserviço aos grupos que finge defender.

Na ótica estapafúrdia de Guimarães, os protestos contra os rolezinhos são "racismo". É evidente que na imagem citada por Guimarães vemos uma ou outra instância de preconceito racial, mas totalmente descompromissado e geralmente baseado em provocação juvenil - que existe de todos os lados, como, por exemplo, esquerdistas criticando "brancos de olhos azuis". O mais risível surge quando, segundo ele, pobres, favelados, baianos, nóias e funkeiros são raças, o que é absolutamente patético.

Um pouco sobre a questão da zoação de alguém devido ao estado em que nasceu. Qualquer paulista, gaúcho ou mineiro já foi satirizado por alguém que mora em outro estado. O mesmo pode ocorrer com baianos. Em muitos casos, as pessoas se sentem incomodadas com essas brincadeiras. Mesmo que exista o incômodo, não temos um caso de de racismo, pois não existe raça baiana, paulista ou mineira.

Em relação a serem pobres e favelados, é verdade que muitos praticantes de rolezinhos são moradores de favelas e pobres. Mas é exatamente por isso que deviam dar o exemplo e pararem de invadir shoppings para fins que não os de consumo. Enfim, cidadãos pobres e favelados precisam de uma melhor representação do que os adeptos de rolezinhos.

Seja lá como for, confundir a maioria das críticas feitas aos adeptos de rolezinhos como "racismo" é uma demonstração cabal de que a capacidade que um esquerdista radical possui de maquiar a realidade parece realmente não ter fim.















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“Se não fosse a Santa Comunhão, eu estaria caindo continuamente. A única coisa que me sustenta é a Santa Comunhão. Dela tiro forças, nela está o meu vigor. Tenho medo da vida, nos dias em que não recebo a Santa Comunhão. Tenho medo de mim mesma. Jesus, oculto na Hóstia, é tudo para mim. Do Sacrário tiro força, vigor, coragem e luz. Aí busco alívio nos momentos de aflição. Eu não saberia dar glória a Deus, se não tivesse a Eucaristia no meu coração.”



(Diário de Santa Faustina, n. 1037)

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