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quinta-feira, 15 de maio de 2014

CATEDRAIS MEDIEVAIS A força e o sorriso nas colunas góticas




CATEDRAIS MEDIEVAIS





A força e o sorriso nas colunas góticas


Posted: 14 May 2014 01:30 AM PDT





Catedral de Exeter, Inglaterra







O gótico é ao mesmo tempo forte e delicado. Por exemplo, suas formidáveis colunas !




Os medievais arranjaram um jeito de trabalhá-las de maneira a atenuar o que poderia haver de impressão de força quase brutal nelas.




O modo de atenuar foi esculpir a coluna dando a impressão que ela é um feixe de coluninhas que se amarram umas as outras para suportar.




E assim a pesadíssima coluna gótica deixa de ser pesada.




Ela sustenta o teto com muita firmeza, mas dá a impressão de leveza por causa das pseudo-coluninhas em que se decompõe.







Catedral de Lincoln, Inglaterra




A coluna gótica, mesmo do lado interior de uma catedral, dá a impressão que é uma coluna de combate.




Mesmo trabalhada de maneira a dar ilusão de um feixe de coluninhas, a coluna gótica tem qualquer coisa que é tranqüila, que não tem agitação, que não tem a tensão da luta.




Ela representa muito mais o guerreiro no seu repouso e na sua oração, do que o guerreiro batalhando.




E, como sempre acontece na guerra medieval quando ela é justa, visa a paz, visa uma solução, visa uma concórdia equilibrada.




E a ogiva exprime isso muito bem. São duas posições opostas que se resolvem num equilíbrio, ou seja, numa reconciliação entre as duas.





E por isso não é raro que no ponto de encontro das ogivas tenha florões, adornos, como quem festeja a paz.






Mas, ao mesmo tempo, a colunata gótica exprime uma alta noção do dever.




A colunata gótica nos dá idéia exatamente assim: um caminho apertado, estreito, sério, reto, sobretudo um caminho elevado.




Quer dizer, se nós nos sentirmos opressos pela proximidade de colunas de um lado e doutro, nossos olhos e nossa alma encontram os grandes espaços olhando para o alto.




O que em outros termos quer dizer: "Quando a vida está apertada, olhemos para o céu". É a alma do católico.







Sainte-Chapelle, Paris




As almas que construíram o gótico, tão entusiasmadas, tão amorosas, tão enlevadas com a força, tinham em si muito outros tesouros.




Depois de terem explicitado na pedra seu desejo de força, começaram a sorrir e explicitar a sua própria doçura, como quem conta em pedra como é a sua alma.




Então, os artistas puseram anjinhos ou mesmo animaizinhos, por exemplo esquilozinhos de pedra que sobem na coluna como num tronco de árvore, como os esquilozinhos reais sobem para o alto e depois dão um pulo para um outro galho.




O esquilo é muito gracioso, é muito bonitinho, é vivo, engraçadinho.




O sorriso de um anjo que tem como fundo a gravidade da coluna gótica completa o espírito humano.








(Autor: Plinio Corrêa de Oliveira, 11-2-1970. Texto sem revisão do autor).















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“Se não fosse a Santa Comunhão, eu estaria caindo continuamente. A única coisa que me sustenta é a Santa Comunhão. Dela tiro forças, nela está o meu vigor. Tenho medo da vida, nos dias em que não recebo a Santa Comunhão. Tenho medo de mim mesma. Jesus, oculto na Hóstia, é tudo para mim. Do Sacrário tiro força, vigor, coragem e luz. Aí busco alívio nos momentos de aflição. Eu não saberia dar glória a Deus, se não tivesse a Eucaristia no meu coração.”



(Diário de Santa Faustina, n. 1037)

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