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quarta-feira, 6 de novembro de 2013

ACI Digital: Vaticano adverte que Medjugorje não pode ser assumida como verdadeira aparição

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NOTÍCIAS DIÁRIAS · www.acidigital.com 










6 de novembro de 2013 







A HAIA, 06 Nov. 13 (ACI/EWTN Noticias) .- O Prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé, Dom Gerhard Müller, advertiu que as supostas aparições da Virgem Maria aos videntes de Medjugorje não podem ser assumidas como verdadeiras.



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MANCHETES DO DIA 











VATICANO 
Vaticano adverte que Medjugorje não pode ser assumida como verdadeira aparição 
Abraço do Papa Francisco a um enfermo comove as redes sociais 
O Papa reza à Virgem por uma menina de um ano e meio que está com uma doença gravíssima 
O Papa: Com mau humor, frieza e egoísmo a Igreja não cresce; cresce somente com o amor 
João Paulo II nunca soube a verdade sobre Marcial Maciel, assegura seu ex-secretário pessoal 
Você está convidado à festa, à alegria com Jesus!, clama o Papa 





Católico em Dia 



Evangelho: 





Santo ou Festa: 



Um pensamento: 

Aceita o que te manda o Sagrado Corao de Jesus Cristo para unir-te a Ele.

Santa Margarita Maria 













VATICANO 









A HAIA, 06 Nov. 13 (ACI/EWTN Noticias) .- 


O Prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé, Dom Gerhard Müller, advertiu que as supostas aparições da Virgem Maria aos videntes de Medjugorje não podem ser assumidas como verdadeiras.






Ante a proximidade de uma série de eventos nos Estados Unidos com a participação Ivan Dragicevic, suposto vidente do Medjugorje, Dom Müller recalcou aos Bispos deste país que a posição da Igreja é que "não é possível estabelecer que houve aparições ou revelações sobrenaturais".






Através de uma carta enviada ao Secretário Geral da Conferência de Bispos Católicos dos Estados Unidos, Dom Ronny Jenkins, o Núncio Apostólico nesse país, o Arcebispo Carlo Maria Viganò, a pedido de Dom Müller, indicou que "um dos assim chamados videntes do Medjugorje, o Sr. Ivan Dragicevic, estará presente em eventos em paróquias ao redor do país" nas que, conforme avisado, "o Sr. Dragicevic estará recebendo ‘aparições’".






Com o objetivo de "evitar escândalo e confusão", Dom Viganò recordou aos Bispos que "os clérigos e os fiéis não estão permitidos a participar de reuniões, conferências ou celebrações públicas durante as quais a credibilidade de tais ‘aparições’ seja finalmente afirmada".






"O Arcebispo Müller pede que os Bispos sejam informados sobre este tema o antes possível", escreveu o Núncio.






ACI Digital confirmou hoje que a carta do Núncio Apostólico foi recebida nas dioceses dos Estados Unidos.






Na Carta, Dom Viganò assinalou aos Bispos americanos: "como vocês sabem bem, a Congregação para a Doutrina da Fé está no processo de investigar certos aspectos doutrinais e disciplinares do fenômeno de Medjugorje. Por esta razão, a Congregação afirmou que, a respeito da credibilidade da ‘aparição’ em questão, todos devem aceitar a declaração, com data 10 de abril de 1991, dos Bispos da Ex-república da Iugoslávia, que afirma: ‘sobre a bases da investigação realizada, não é possível estabelecer que houve aparições ou revelações sobrenaturais’".






A história destas aparições, não reconhecidas oficialmente pela Igreja Católica, começou em 1981 no povoado de Medjugorje, na atual Bosnia Herzegovina (parte da antiga Iugoslávia), onde seis meninos disseram ter visto a Virgem Maria. O então sacerdote Tomislav Vlasic, hoje retirado do estado clerical, apresentou-se como o diretor espiritual dos "videntes" e assinalou que a Virgem os visitou 40 mil vezes nos últimos 28 anos.






Embora as aparições não contam com o reconhecimento oficial da Igreja Católica, milhares de fiéis peregrinam anualmente ao lugar, onde inclusive foi construído um templo.






Em março de 2010 a Igreja criou uma comissão internacional de investigação sobre Medjugorje, sujeita à Congregação para a Doutrina da Fé, composta por cardeais, bispos, peritos e experts, que trabalha de maneira reservada no caso.

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A HAIA, 06 Nov. 13 (ACI/EWTN Noticias) .- 


Ao terminar a audiência geral desta quarta-feira na Praça de São Pedro, o Papa Francisco comoveu novamente o mundo ao abraçar efusivamente um homem que padece neurofibromatose, uma enfermidade neuronal que causa tumores na pele e nos ossos, causando fortes dores.






As pessoas que padecem esta enfermidade, de origem genética e que não é contagiosa, são discriminadas com frequência pela aparência que adquirem.






Ao saudar, como faz habitualmente, os peregrinos que chegaram para participar da Audiência Geral, em um intenso gesto de amor pelos enfermos, o Papa se deteve durante vários minutos para acolher em seus braços o homem doente. Instantes depois deu ao homem sua bênção.






A neurofibromatose, é uma doença grave e de difícil tratamento que pode ocasionar paralisia, problemas de visão, surdez, retardo mental, enxaquecas e até mesmo câncer.

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VATICANO, 06 Nov. 13 (ACI) .- Acompanhado por 50 mil fiéis presentes nesta manhã na Praça de São Pedro e ao concluir sua catequese de hoje, o Papa Francisco rezou uma Ave Maria pela saúde de uma menina de um ano e meio que está com uma doença gravíssima e que o Santo Padre teve a oportunidade de cumprimentar antes de presidir a audiência geral desta manhã.



Logo depois de ter refletido sobre os bens espirituais, o Papa fez o pedido de oração aos presentes, aproveitando também para fazer uma brincadeira aos fiéis: "e agora, permito-me pedir para vocês um ato de caridade. Estejam tranquilos que não vamos fazer uma coleta, né? Um ato de caridade".



O Papa contou que "antes de vir para a Praça (de São Pedro) fui visitar uma menina, de um ano e meio com uma doença gravíssima: o seu pai e a sua mãe rezam e pedem ao Senhor a saúde desta linda menina. Chama-se Noemi. Sorria coitadinha".



O Santo Padre pediu a todos fazer "um ato de amor. Nós não a conhecemos, mas é uma menina batizada, é uma de nós, uma cristã. Façamos um ato de amor por ela e em silêncio antes peçamos ao Senhor que a ajude neste momento e lhe dê saúde. Em silêncio e depois rezaremos a Ave-Maria".



"E agora, todos juntos, rezemos à Virgem pela saúde de Noemi: Ave Maria... Obrigado por este ato de caridade", concluiu.



Noemi foi à Casa Santa Marta para encontrar-se com o Papa Francisco, conforme informa o Escritório de Imprensa da Santa Sé.



Quem é Noemi?



O site News.va informa que Noemi é filha de Andrea e Tahereh, ambos de 26 anos de idade; e tem um irmãozinho de 4, Mattia. Noemi sofre de SMA (atrofia muscular espinhal, uma doença rara e muito grave).



O pai de Noemi escreveu uma carta ao Santo Padre pedindo sua mediação para que a pequena possa recomeçar o tratamento com o método Stamina, que antes estava autorizado na Itália e atualmente não. O Papa Francisco telefonou primeiro para a família; depois enviou o seu Esmoleiro (encarregado das obras de caridade do Papa) Dom Konrad Krajewski, ao Guardiagrele, onde moram; e hoje recebeu a família na Santa Marta.



Sobre o encontro, Andrea disse à Rádio Vaticano que foi "muito emocionante, porque o Papa Francisco esteve perto de Noemi. Pudemos falar e rezar juntos por ela. Este presente foi uma grande emoção, mais ainda porque hoje somos convidados do Santo Padre aqui no Vaticano. Passaremos a noite aqui e iremos comer e jantar com o Papa".



Andrea destaca que "o Papa, acolhendo Noemi e estando perto dela quis transmitir que ele acolhe todas as crianças doentes que estão vivendo um drama como o nosso. O Papa está conosco, e não nos abandonará".



O pai de Noemi explicou que a pequena já perdeu a capacidade de engolir e é alimentada por uma sonda. De noite, tem que ser ajudada a respirar, e seus movimentos começam a parar. "Noemi precisa imediatamente retomar o tratamento com o método Stamina", afirma Andrea.



"O que mais me assombra é que uma menina conseguiu ser acolhida pelo Papa, por um grande homem, por um homem santo. Infelizmente, o Estado (italiano) sempre nos ignorou. Por outro lado, um grande homem, um homem santo como o Papa Francisco acolheu o grito de uma menina aproximando-a a ele, fazendo-a entrar na sua casa, hospedando-a, fazendo-a comer ao seu lado na sua mesa e tentando compreender verdadeiramente o que se pode fazer para ajudá-la. Isto faz entender o amor incondicionado do Papa por estas crianças".



"Hoje estivemos vivendo um sonho. Agora esperamos voltar para casa e que chegue logo um telefonema que diga que na próxima semana Noemi poderá continuar com o tratamento".



Andrea conclui assinalando que "podem nos contatar, temos uma associação que se chama ‘projeto Noemi’, o site é www.progettonoemi.com e lá podem ler tudo o que está acontecendo conosco e com a pequena Noemi… Espero de coração que o gesto do Papa Francisco faça compreender que ninguém pode nos roubar a esperança, ninguém pode nos tirar a esperança".

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VATICANO, 06 Nov. 13 (ACI/EWTN Noticias) .- O Papa Francisco refletiu nesta manhã na catequese da audiência geral sobre a comunhão das coisas espirituais, centrando-se nos sacramentos, nos carismas e na caridade; e explicou que a Igreja cresce somente com o amor, o amor que vem do Espírito Santo e que deve vencer o mau humor, a frieza e o egoísmo nas pessoas.

Ante 50 mil pessoas reunidas na Praça de São Pedro, o Santo Padre disse que "e muitas vezes somos tão secos, indiferentes, distantes e em vez de transmitir fraternidade, transmitimos mal humor, frieza, egoísmo".

"E com mal humor, frieza, egoísmo não se pode fazer crescer a Igreja; a Igreja cresce somente com amor que vem do Espírito Santo. O Senhor nos convida a abrir-nos à comunhão com Ele, nos sacramentos, nos carismas e na caridade, para viver de maneira digna da nossa vocação cristã!".

O Papa Francisco explicou logo que os Sacramentos da Igreja "não são aparência, não são ritos, mas são a força de Cristo; é Jesus Cristo presente nos sacramentos. Quando celebramos a Eucaristia é Jesus vivo, que nos une, que nos faz comunidade, que nos faz adorar o Pai. Cada um de nós, de fato, mediante o Batismo, a Crisma e a Eucaristia foi incorporado a Cristo e unido a toda a comunidade dos crentes".

"Todo encontro com Cristo, que nos sacramentos nos dá a salvação, convida-nos a ‘ir’ e comunicar aos outros uma salvação que pudemos ver, tocar, encontrar, acolher, e que é realmente credível porque é amor. Deste modo, os sacramentos nos impelem a ser missionários, e o empenho apostólico de levar o Evangelho a todo ambiente, mesmo naqueles mais hostis, constitui o fruto mais autêntico de uma assídua vida sacramental, enquanto é participação na iniciativa salvífica de Deus, que quer dar a todos a salvação".

Depois de recordar que é importante batizar as crianças cedo, o Papa passou a explicar a comunhão dos carismas: "’Carismas’ é uma palavra um pouco difícil. Os ‘carismas’ são os presentes que nos dá o Espírito Santo (…) são graças particulares, dadas a alguns para fazer bem a tantos outros. São atitudes, inspirações e estímulos interiores que nascem na consciência e na experiência de determinadas pessoas, as quais são chamadas a colocá-los a serviço da comunidade. Em particular, esses dons espirituais beneficiam a santidade da Igreja e da sua missão".

Sobre a caridade, que é o amor, o Santo Padre disse que sem esta, "mesmo os dons mais extraordinários são vãos; este homem cura o povo, tem esta qualidade, esta outra virtude… mas tem amor e caridade no seu coração? Se tem, tudo bem, mas se não tem, não serve à Igreja".

"Sem o amor todos estes dons e carismas não servem à Igreja, porque onde não há o amor há um vazio que vem preenchido pelo egoísmo. E me pergunto: se todos somos egoístas, podemos viver em comunhão e em paz? Não se pode, por isto é necessário o amor que nos une".

O Papa Francisco destacou logo que "o menor dos gestos de amor tem efeito bom para todos! Portanto, viver a unidade na Igreja e a comunhão da caridade significa não buscar o próprio interesse, mas partilhar os sofrimentos e as alegrias dos irmãos, prontos a levar os fardos daqueles mais frágeis e necessitados. Esta solidariedade fraterna não é uma figura retórica, um modo de dizer, mas é parte integrante da comunhão entre os cristãos".

"Se a vivemos, nós somos no mundo sinal, ‘sacramento’ do amor de Deus. Somos uns pelos outros e somos por todos! Não se trata somente daquela caridade pequena que podemos oferecer ao outro, trata-se de algo mais profundo: é uma comunhão que nos torna capazes de entrar na alegria e na dor dos outros para fazê-las nossas sinceramente".

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ROMA, 06 Nov. 13 (ACI/EWTN Noticias) .- O Arcebispo de Cracóvia (Polônia), Cardeal Stanislaw Dziwisz, que foi o secretário pessoal do Papa João Paulo II durante mais de 40 anos, assegurou que o futuro santo nunca soube a verdade sobre a vida imoral que levava o fundador dos Legionários de Cristo, Marcial Maciel.

"Sei eu também, mas pensando a posteriori, que o Santo Padre nunca deveria ter recebido esse indivíduo. Mas João Paulo II quando o encontrou não sabia nada, absolutamente nada!", disse o Cardeal, em declarações compiladas no livro-entrevista "vivi com um santo", escrito pelo jornalista Gian Franco Svidercoschi.

Conforme explicou o Arcebispo de Cracóvia, para João Paulo II, Maciel "era ainda o fundador de uma grande ordem religiosa e basta, ninguém tinha falado nada com ele! Nem sequer dos rumores que corriam!".

Nos últimos anos de sua vida, surgiram diversos informes que revelaram as duas vidas que tinha Marcial Maciel, com atos que compreendiam o abuso sexual, filhos secretos e inclusive vício a drogas.



Em 2006, Bento XVI determinou que Maciel se abstivesse de exercer o ministério sacerdotal publicamente, e foi obrigado a recolher-se a "uma vida de oração e penitência". O fundador dos Legionários de Cristo faleceu em 30 de janeiro de 2008.

O Cardeal Stanislaw Dziwisz explicou que a reação lenta frente às denúncias de abusos foi devido à burocracia no Vaticano.

"São, por desgraça, as consequências de uma estrutura ainda extremamente burocrática", lamentou.

O Arcebispo de Cracóvia explicou os reparos de João Paulo II ao marxismo na teologia da libertação, pois "o marxismo, que defende a luta de classes, uma revolução violenta, não podia certamente ser adotado como solução aos males na América Latina".

"Existia o perigo, muito realista, que a medicina pudesse revelar-se mais daninha que a doença mesma", disse.

"Ao mesmo tempo é verdade que João Paulo II aprovou expressamente uma teologia da libertação em sinal da opção pelos pobres, quer dizer da grande eleição evangélica cumprida pela Igreja latino-americana", particularizou.

O ex-secretário pessoal de João Paulo II revelou que o beato, próximo à canonização, refletiu durante muito tempo sobre uma possível renuncia ao pontificado.

"Sobre a renúncia, o Papa examinou os textos deixados pelo Papa Montini (Paulo VI), consultou os mais estreitos colaboradores, entre eles o Cardeal Ratzinger. Estabeleceu também um especial procedimento para a demissão, caso não estivesse mais em capacidade de desenvolver seu ministério", disse.

Ao final, assinalou o Cardeal Dziwisz, "como sempre tinha feito na sua vida, Karol Wojtyla se submeteu à vontade do Senhor: ia permanecer até que ele o quisesse".

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VATICANO, 06 Nov. 13 (ACI/EWTN Noticias) .- Na homilia da Missa que presidiu na manhã de ontem na Casa Santa Marta, o Papa Francisco exclamou: "Você está convidado à festa! (…) à alegria de participar da vida com Jesus".

As leituras do dia, disse o Santo Padre, "nos mostram o documento de identidade do cristão". E assinalou que "antes de tudo, a essência cristã é um convite: somente nos tornamos cristãos se somos convidados". Trata-se, acrescentou, de "um convite gratuito, que vem de Deus".

Para entrar nesta festa, advertiu "não se pode pagar: ou és convidado ou não podes entrar". Se "na nossa consciência não temos esta certeza de sermos convidados", então "não entendemos o que é um cristão".

"Um cristão é alguém que é convidado. Convidado para que? Para um negócio? Convidado para fazer um passeio? O Senhor quer nos dizer algo a mais: ‘Tu és convidado para a festa!’. O cristão é aquele que é convidado à festa, à alegria, à alegria de ser salvo, à alegria de ser redimido, à alegria de participar da vida com Jesus. Isto é uma alegria! Tu és convidado para a festa!".

O Pontífice explicou logo que "uma festa é um encontro de pessoas que falam, riem, festejam, são felizes. Mas é um encontro de pessoas. Entre as pessoas normais, mentalmente normais, nunca vi alguém que faça festa sozinho, não é mesmo? Isto seria um pouco aborrecido! Abrir a garrafa de vinho... Isto não é uma festa, é uma outra coisa. Festeja-se com os outros, festeja-se em família, festeja-se com os amigos, festeja-se com as pessoas que são convidadas, como fui convidado. Para ser cristão é necessário uma pertença e se pertence a este Corpo, a esta gente que foi convidada para a festa: esta é a pertença cristã".

Citando a Carta aos Romanos, o Papa Francisco afirmou que esta festa é uma "festa de unidade". E evidenciou que todos são convidados, "bons e maus". E os primeiros chamados a participar são os marginalizados.

"A Igreja não é a Igreja somente para as pessoas boas. Quem pertence à Igreja, a esta festa? Os pecadores, todos nós pecadores somos convidados. E aqui o que se faz? Se faz uma comunidade que tem dons diversos: um tem o dom da profecia, o outro o ministério, um é professor... Todos têm uma qualidade, uma virtude. Todos têm uma qualidade, uma virtude. Mas a festa se faz levando isto que tenho em comum com todos".

Na festa, disse o Papa, "se participa, se participa plenamente. Não se pode entender a essência cristã sem esta participação. É uma participação de todos nós. ‘Eu vou à festa mas vou ficar apenas na primeira sala, porque eu tenho que estar somente com três ou quatro que eu conheço e os outros ...’. Isso não se pode fazer na Igreja! Ou tu entras com todos ou você fica de fora! Você não pode fazer uma seleção, a Igreja é para todos, começando por estes que eu falei, os mais marginalizados. É a Igreja de todos!".

É a "Igreja dos convidados" destacou o Santo Padre e adicionou: "ser convidado, ser participante de uma comunidade com todos". Mas, observou, na parábola narrada por Jesus, lemos que os convidados, um após outro, começam a encontrar desculpas para não ir à festa: "Não aceitam o convite! Dizem sim, mas não vão".

Estes, refletiu o Pontífice, "são os cristãos que somente se contentam em estar na lista dos convidados: cristãos elencados". Mas, advertiu, isto "não é suficiente", porque se não se entra na festa não se é cristão.

"Tu estarás na lista, mas isto não serve para a tua salvação! Esta é a Igreja: entrar na Igreja é uma graça; entrar na Igreja é um convite". "E este direito não se pode comprar".

"Entrar na Igreja –continuou o Papa- é fazer comunidade, comunidade da Igreja; entrar na Igreja é participar com tudo o que nós temos de virtudes, das qualidades que o Senhor nos deu, no serviço de uns pelos outros". E ainda: "Entrar na Igreja significa estar disponível àquilo que o Senhor Jesus nos pede".

Em definitiva, "entrar na Igreja é fazer parte deste Povo de Deus, que caminha para a Eternidade". "Ninguém -advertiu- é protagonista na Igreja, mas temos um protagonista que fez tudo. Deus é o protagonista! Todos nós O seguimos e quem não O segue, é alguém que se desculpa".

"O Senhor é muito generoso. O Senhor abre todas as portas e também entende aquele que Lhe diz: ‘Não, Senhor, não quero ir contigo!’. Entende e o espera, porque é misericordioso. Mas ao Senhor não agrada aquele homem que diz ‘sim’ e faz ‘não’; que finge agradecer-lhe por tantas coisas bonitas, mas em verdade segue seu próprio caminho; que tem boas maneiras, mas faz a própria vontade e não a do Senhor: estes que sempre se desculpam, que não conhecem a alegria, que não experimentam a alegria do pertencer".

Para concluir, o Santo Padre alentou a pedir "ao Senhor esta graça: de entender bem quão belo é ser convidado para a festa, quão belo é estar com todos e partilhar com todos as próprias qualidades, quão belo é estar com Ele e que ruim é jogar entre o ‘sim’ e o ‘não’, de dizer ‘sim’ mas contentar-me somente em fazer parte da lista dos cristãos".

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“Se não fosse a Santa Comunhão, eu estaria caindo continuamente. A única coisa que me sustenta é a Santa Comunhão. Dela tiro forças, nela está o meu vigor. Tenho medo da vida, nos dias em que não recebo a Santa Comunhão. Tenho medo de mim mesma. Jesus, oculto na Hóstia, é tudo para mim. Do Sacrário tiro força, vigor, coragem e luz. Aí busco alívio nos momentos de aflição. Eu não saberia dar glória a Deus, se não tivesse a Eucaristia no meu coração.”



(Diário de Santa Faustina, n. 1037)

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