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quinta-feira, 7 de novembro de 2013

Julio Severo: “Sem respeito pela família e pelas nações: governo dos EUA gasta milhões em treinamento de militantes gays no mundo inteiro” plus 1 more

Imperialismo Cultural - versão completa em português







Posted: 07 Nov 2013 12:00 AM PST




Sem respeito pela família e pelas nações: governo dos EUA gasta milhões em treinamento de militantes gays no mundo inteiro


Comentário de Julio Severo: Em 1992, traduzi para o português as partes mais importantes do NSSM 200 (sigla em inglês para Memorando de Estudo de Segurança Nacional 200: Implicações do Crescimento da População Mundial para a Segurança e Interesses Externos dos EUA) preparado pelo Conselho de Segurança Nacional dos Estados Unidos em 1974.



Como seu título indica, o NSSM 200 tem muitas estratégias secretas de controle populacional exclusivamente para atender aos interesses do governo dos EUA. Esse documento, que cita abundantemente o papel estratégico da USAID nesse projeto colossal, mostra que durante várias décadas os EUA manobrou a ONU e outras agências internacionais para integrarem políticas de controle populacional no sistema de saúde internacional, inclusive no Brasil. Lamentavelmente, suas metas têm sido amplamente alcançadas, depois de décadas de desinformação e investimentos em massa. Com essa pressão, agora a ideologia de planejamento familiar, com sua pervertida propaganda de educação sexual e aborto, é sagrada no Brasil.


Hoje, a pressão dos EUA, que está aumentando seus controles, é dirigida à aceitação do homossexualismo. Em vista do imenso sucesso dos EUA na "aceitação" da ideologia do planejamento familiar no mundo inteiro, há alguma dúvida de que o governo dos EUA falhará em seus esforços para exportar e impor o "casamento" gay e a agenda gay? Por favor, leia o artigo abaixo do Conselho de Pesquisa da Família


Se o presidente Barack Obama não respeita as opiniões dos EUA sobre casamento, o que nos faz pensar que ele respeitaria outros países? Certamente não seu projeto mais recente da USAID. Em abril, num evento que passou em grande parte despercebido pela imprensa, a Agência Internacional de Desenvolvimento dos EUA (USAID) embarcou num dos mais chocantes abusos nos últimos cinco anos do dinheiro dos americanos que pagam impostos. Com a ajuda da Fundação Levi Strauss e do milionário esquerdista Tim Gill, o governo dos EUA está gastando 11 milhões para treinar ativistas homossexuais em outros países.


O Washington Blade, jornal gay da capital federal dos EUA, louvou o governo de Obama por criar um exército de militantes internacionais de pressão política, social e legal para fazerem campanhas em favor do "casamento" de mesmo sexo, leis anti-discriminação e "direitos" homossexuais no mundo inteiro. De acordo com a USAID, a primeira fase do programa focará em países com forte influência católica: Equador, Honduras, Guatemala e outras nações em desenvolvimento que se opõem à homossexualidade.


Nesta semana, a primeira de uma séria de "treinamentos gays" da USAID ocorreu na Colômbia, um país que está sendo especificamente visado por rejeitar o "casamento" de mesmo sexo. A meta, uma porta-voz da agência diz, é ensinar as pessoas como se infiltrar no sistema político e defender leis que a maioria dos americanos, que estão pagando as despesas desse programa, não aceitam. "Esse programa poderá ser um poderoso instrumento de transformações para avançar os direitos humanos LGBT," insistiu ela. Em essência, os americanos que pagam impostos estão sendo forçados a treinar a próxima geração de agressivos militantes homossexuais no mundo inteiro — uma exploração chocante do dinheiro dos americanos e, o que é mais importante, da confiança deles.


Para o governo de Obama, essa é apenas outra parte de sua estratégia de força bruta de intimidar os países a se submeterem. Quer seja por meio dos Estados Unidos, das embaixadas americanas ou do Departamento de Estado, o presidente Obama está liderando a campanha para subornar e coagir países pobres a aceitar sua agenda pró-homossexualismo. Nossos amigos no Family Watch International estão pedindo que as pessoas se envolvam. Eles produziram um chocante documentário que destaca o mundo tenebroso do "Imperialismo Cultural" do presidente dos EUA. 


Para assistir em português ao trailer do documentário, clique aqui: http://youtu.be/lHTVITx5k9k


Para assistir ao documentário completo em português, clique aqui: http://youtu.be/HbjAFUGQ3Xg






Leitura recomendada:
















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Posted: 06 Nov 2013 04:59 PM PST




Marco Feliciano e Silas Malafaia representam os evangélicos? Sim!


Silvio Santo da Costa


Não defendo em absoluto todas as coisas que Pastor Marco Feliciano pregou, admito que foi infeliz em algumas de suas colocações. Não me coaduno com a nova posição teológica da prosperidade que pastor Silas Malafaia passou a expor em seu programa e pregações (inclusive denuncio os perigos de algumas publicações de sua editora em difundir ensinos do evangelho da prosperidade que sempre carregam fragmentos da confissão positiva). Esses homens são falhos, devem ter lá os seus pecados, terão contas a prestar acerca do que falam e fazem – afinal, ninguém é perfeito.







  • Marco Feliciano e Silas Malafaia 


Mas, também não posso me conformar com essa desunião evangélica por conta dos dois em torno de temas que à luz da Bíblia deveriam ser de entendimento harmonioso entre todos os seguidores de Jesus Cristo.


Temos nos desviado do foco da reflexão principal quando tão somente nos ocupamos em esculachar o "homofóbico político" Feliciano e a condenar o "homofóbico pastor" Malafaia. O centro da discussão não pode continuar sendo a figura particular, isolada e polêmica dos dois. Já passou da hora de considerarmos a representatividade evangélica que detiveram – ainda que eu e você não aceitemos – isso é verdade, são esses pastores que o Brasil lê, assiste e acompanha na mídia – e querendo ou não, falando bem ou mal, protestando ou não – eles nos representam nos meios de comunicação para a sociedade.


Destacaram-se cada um ao seu modo em suas plataformas como evangélicos e inegavelmente como formadores de opinião – hoje, são as pessoas mais públicas da igreja evangélica nacional.


Precisamos parar com essa pirraça esquerdista injustificável de que Feliciano não nos representa. Escrevo a pessoas esclarecidas e bem informadas, então conclamo ao senso da consciência cristã quanto ao posicionamento social da igreja neste país. Pela via direta dos votos que Feliciano recebeu, até que você pode dizer que não te representa politicamente; mas pela dimensão dos clamores sociais (nada cristãos) e das posições políticas (nada democráticas) em Brasília, é inegável que sim, ele te representou lá como cristão!


Fico a pensar se não existisse um deputado de primeira viagem como Feliciano, que num partido pequeno e de pouca influencia foi corajoso e procedeu como crente de verdade naquela até então inexpressiva comissão da casa de leis.


A inexperiência política de Feliciano foi suprida pela ousadia e destemor frente às conseqüências assumidas pelo fato de defender as convicções de quem o elegeu; e penso no que teria acontecido de ainda mais nefasto naquela CDHM, com inclusões de favorecimentos às minorias (GLBTT) em detrimento dos direitos da maioria, se um Feliciano da vida não estivesse por lá? Não estou misturando religião com política, estou citando um caso que envolveu um sujeito que foi eleito se dizendo crente (e o Feliciano se diz servo de Deus), e que a exemplo do profeta Daniel em um cargo político em que sua fé foi testada, assim foi Marco Feliciano em Brasília. Esse Pastor me representou num ato de postura cristã, que nem eu sei se teria coragem de praticá-lo como Feliciano o fez, admito.


A igreja evangélica brasileira passa por sua maior crise existencial e representativa – uma crise marcada pela desarmonia bíblica de sua posição contra o pecado, de sua apresentação igual das verdades absolutadas. Será que neste país, algum crente ainda tem dúvidas quanto à distinção bíblica da natureza humana e sua identidade sexual: macho e fêmea (homem e mulher).


Ainda será possível que pastores, apóstolos, doutores e teólogos tenham dúvidas abissais quanto ao que a Bíblia diz sobre práticas sexuais ilícitas tais como: fornicação, adultério, homossexualismo, lesbianismo e sodomismo? Porventura algum de nós colunistas de grandes portais de informação cristã, ainda temos dificuldade de entender a posição bíblica da constituição e modelo da família; do papel do cristão na sociedade e no trato com seus direitos e deveres civis; creio que não. Então porque essa briga, esses debates que não nos levarão a lugar algum, a não ser para tornar mais evidente de que estamos ainda mais desunidos do que nunca? Por acaso Feliciano e Malafaia estão falando contra esses princípios que todos aceitamos comumente? Claro que não; então como podemos dizer que não nos representam?


Como afirmar que Malafaia não é a exemplificação da fé evangélica na TV em algumas de suas posições? Para surpresa e desagrado de muitos, esse sujeito imperfeito, sanguíneo, quase milionário (se já não o for) e mais recente pregador da prosperidade é um dos poucos que tem se levantando nesse país como voz evangélica a favor dos direitos iguais declarados na constituição federal de 1988, não só para evangélicos – mas para todos os brasileiros. É este pastor que alguns dizem ser metido a psicólogo (ele realmente tem formação) que com a Bíblia em punho – quando perguntado em determinado programa de TV, qual era sua fala como cristão acerca da prática homossexual, citou Romanos 1.18-32 e deixou insatisfeitos os proponentes da teologia inclusiva.


Como posso dizer que esse "camarada Malafaia" (é ele que usa esse termo), não me representou? Foi um dos poucos que em rede nacional de TV a reafirmar a veracidade absoluta de um dos textos mais claros e incisivos das Escrituras contra a prática homossexual! Como posso dizer que Malafaia não me representou quando organizou um necessário movimento pró-família em tempos de destruição da mesma por essa política anticristã e liberal, apoiada sutilmente por um Estado influenciado por correntes comunistas e esquerdistas ? Foi Malafaia muito antes de Feliciano, uma das poucas vozes cristãs deste país a manifestar-se pelo vigor dos direitos legais de liberdade de opinião, fé e culto; sem restrições vexatórias e supressões de leis antidemocráticas.


Na verdade meus irmãos, as Escrituras deixaram de ser nosso ponto de referência, mesmo que nossos credos doutrinários confessem crenças históricas da fé e legado cristãos, parece que elas (as Escrituras) em sua inspiração plenária, inerrância e infalibilidade, perderam autoridade para muitos de nós, frente às cosmovisões desta era pós-moderna. Realmente as verdades salutares da Palavra, deixaram de ser o nosso ponto de encontro no comum do corpo de Cristo – comunhão na confissão das verdades atemporais e sem quaisquer aculturações relativizadas, pois mesmo sendo membros de igrejas evangélicas diferentes, a luz delas (das Escrituras), como corpo místico de Cristo, deveríamos estar unidos em torno de suas sentenças inegociáveis e nada redefinidas pela vontade dos homens.


Bom, se Feliciano e Malafaia me representam como evangélico, em algumas de suas ações, também sei daqueles que que me representam negativamente na fé e na confissão cristã evangélica. Aqueles que disseram que se fossem Deus, ressuscitariam Hugo Chávez e amaldiçoariam com um câncer maligno o Feliciano – esses representam o desequilíbrio e a falta de amor cristão entre evangélicos. Aqueles que dizem que a bíblia não é inerrante e infalível – representam um cristianismo oco e cético em sua aceitação parcial e deturpante da inspiração da Palavra de Deus; aqueles que em suas revistas e publicações (do que parece uma esquerda evangélica) descrevem apenas o lado negativo de evangélicos como Feliciano e Malafaia e que só vendem polêmicas e mais dissensões para a já desmembrada igreja nacional – esses representam os que se renderam aos encantos e apelos do humanismo secular.


Nos representam negativamente aqueles que ignorando a verdade escancarada da bíblia contra práticas imorais, através de seus doutorados acadêmicos tentam sistematizar a teologia inclusiva – que incoerência! Pergunto-lhes, qual é a nossa posição contra esses discrepantes pensadores cristãos? Porque ninguém os questiona? Será que é porque concordamos com suas posições anti cristãs? Será mais edificante tentar destruir aos que de alguma forma se levantam contra erro, do que combater os que querem arrancam as raízes doutrinárias da Igreja Evangélica verde e amarela e sua posição contra o pecado?


Se amanhã, Feliciano e Malafaia pisarem na bola e comprometerem ainda mais o testemunho evangélico nesta nação com pecados explícitos (e não com julgamentos dos outros como percebemos hoje), também nos representarão mais negativamente, nem que seja por momentos. Porquanto oremos por todos esses homens para que continuem ao menos, tendo a coragem de nos representar nas reafirmações de algumas verdades que acreditamos e que muitos parecem ter esquecido!




Divulgação: www.juliosevero.com


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“Se não fosse a Santa Comunhão, eu estaria caindo continuamente. A única coisa que me sustenta é a Santa Comunhão. Dela tiro forças, nela está o meu vigor. Tenho medo da vida, nos dias em que não recebo a Santa Comunhão. Tenho medo de mim mesma. Jesus, oculto na Hóstia, é tudo para mim. Do Sacrário tiro força, vigor, coragem e luz. Aí busco alívio nos momentos de aflição. Eu não saberia dar glória a Deus, se não tivesse a Eucaristia no meu coração.”



(Diário de Santa Faustina, n. 1037)

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