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domingo, 3 de novembro de 2013

Frei Clemente Rojão









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Frei Clemente Rojão



Ortodoxia Católica sem Frescuras!




A misericórdia é grande, mas a penitência é braba!






























sábado, 2 de novembro de 2013


Desde o dia em que Francisco pôs os pés na sacada da basílica de São Pedro recém-eleito, os lefebristas declararm o diálogo rompido e centram fogo nele implacavelmente, promovendo uma campanha de desinformação que amplifica suspeitas sobre o papa e causa desesperança entre os fiéis. A luz dos problemas que Bento XVI sofreu ao tentar em vão a reaproximação da FSSPX com a Santa Sé, notadamente o caso Williamson, bem como a resistência do episcopado ao retorno do Rito Romano Extraordinário, excessivamente associado a eles, comentem os próximos passos no futuro da FSSSPX e seu lugar reservado na História. Seria Econe uma nova Avignon?





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O proletariado servir-se-á da sua dominação política para arrancar progressivamente todo o capital da burguesia, para centralizar todos os meios de produção nas mãos do Estado, isto é, do proletariado organizado.


Marx & Engels, O Manifesto Comunista


Ou seja, a maior definição de esquerdismo é inchaço estatal. Observem que define o Estado como o proletariado organizado. Ora, e quem é o proletariado organizado senão o partido? A equação diabólica comuna é


ESTADO = PROLETARIADO ORGANIZADO = PARTIDO COMUNISTA


Ou seja, a ditadura do proletário é a ditadura do partido comunista. E ponto final. 


Agora, você acha que um operário comum seria ministro de Estado? De jeito nenhum. Portanto os poderosos eram os membros do partido comunista QUE É O PROLETÁRIO. É porcaria nenhuma, sabemos, mas esta é a definição marxista mais rigorosa. Sim, Stálin, Proskiobischev, Malenkov, Suslov, Beria, Kaganovitch, Molotov, Mikoyan, Andreiev, Voroschilov, Iagoda, Iezov, Abakumov, Kruschev eram proletários... Da mesma maneira com que nunca foram trabalhadores os senhores Lula, Dirceu, Genoíno, Vacarezza, Rosemary Noronha, Cunha, Berzoini, Carvalho, Marta, Haddad-IPTU...


Na União Soviética era comum a piada que os prisioneiros, inclusive os prisioneiros políticos, que iam para os campos de trabalhos forçados do Gulag eram como punição "promovidos a se tornarem a classe dirigente, que era a classe trabalhadora". Pois é. Se, na teoria, quem manda são os trabalhadores, trabalhar no Gulag é tornar-se a elite dirigente do pais. Mesmo os antigos aristocratas czaristas longevos...


Quando o PT fala do Estado brasileiro em primeira pessoa não é ato falho não. É apenas o marxismo mais ortodoxo. 


O Estado é o Partido. 




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sexta-feira, 1 de novembro de 2013



Santos Mártires do Marrocos

Hoje é uma solenidade em que celebramos aqueles que alvejaram suas roupas no sangue do cordeiro, aqueles a quem esperamos ser contados no número, é a igreja triunfante sentada no banquete do cordeiro. 


Todos os Santos. Poucos se lembram, mas o sobrenome "dos Santos" na verdade significa "de todos os Santos".


Em dois de novembro celebramos aqueles a quem nos juntaremos, em primeiro de novembro celebramos aqueles a quem desejamos ardentemente nos juntar.


Os três estados da Igreja. «Até que o Senhor venha na sua majestade e todos os seus anjos com Ele e, vencida a morte, tudo Lhe seja submetido, dos seus discípulos uns peregrinam na terra, outros, passada esta vida, são purificados, e outrso, finalmente, são glorificados e contemplam "claramente Deus trino e uno, como Ele é"» «E assim, de modo nenhum se interrompe a união dos que ainda caminham sobre a terra com os irmãos que adormeceram na paz de Cristo: mas antes, segundo a constante fé da Igreja, essa união é reforçada pela comunicação dos bens espirituais»


A intercessão dos santos. «Os bem-aventurados, estando mais intimamente unidos com Cristo, consolidam mais firmemente a Igreja na santidade [...]. Eles não cessam de interceder a nosso favor, diante do Pai, apresentando os méritos que na terra alcançaram, graças ao Mediador único entre Deus e os homens, Jesus Cristo [...]. A nossa fraqueza é assim grandemente ajudada pela sua solicitude fraterna» 


A comunhão com os santos. «Não é só por causa do seu exemplo que veneramos a memória dos bem-aventurados, mas ainda mais para que a união de toda a Igreja no Espírito aumente com o exercício da caridade fraterna. Pois, assim como a comunhão cristã entre os cristãos ainda peregrinos nos aproxima mais de Cristo, assim também a comunhão com os santos nos une a Cristo, de quem procedem, como de fonte e Cabeça, toda a graça e a própria vida do povo de Deus» 


Catecismo da Igreja Católica, 954-957


Ah, Senhor, tem pena de vosso servo, tão amarrado e tão amante do pecado! Não me priveis de vosso banquete, a despeito de minhas roupas sujas! Purificai-me, fazei-me digno de vossa festa, como lavaste e recolheste os mendigos para a festa de casamento de teu filho. Não, Senhor, não me prive da vida com vossos servos em tua casa!!!






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quinta-feira, 31 de outubro de 2013





Triunfo dos Porcos - Tenho visto muita gente, por aqui, com a ideia de Revolução encasquetada no toutiço, como solução milagrosa para o que entende como "errado". 

Ora vamos lá deitar um pouco de água na fervura.

Em 1º lugar, revolução não é sinónimo de progresso. Sim, ambos os conceitos aspiram a algo melhor do que o status quo, mas o revolucionário tem uma crença: a de que é necessário um salto prometaico, a Revolução. Que, quase sempre, de um meio acaba por se transformar num fim. É por isso que em Cuba estão em Revolução há meio século...

Revolução, entenda-se, é a substituição súbita e violenta de um regime por outro. O conceito é claro, os factos nem por isso.

No caso nazi, por exemplo, o poder foi tomado legalmente, mas as mudanças foram revolucionárias. Não restauraram anteriores status quo, atacaram o cristianismo, a aristocracia e o liberalismo burguês. Já na América Latina os golpes de estado costuma (vam) ser súbitos e violentos, mas nada muda(va). Nem sempre o derrube de um regime implica disrupção jurídica.

Mas a esquerda, que retém o controlo dos conceitos e a fábrica de adjectivos, atribui ao termo "Revolução", um significado próprio.
A "Revolução" é sagrada, na ideologia esquerdista, quando está de acordo com os seus preconceitos e segue o Evangelho marxista (Segundo Marx, a abolição da propriedade privada dos meios de produção é uma característica fundamental da Revolução).

O poder revolucionário é, por definição, tirânico, opera à margem da lei e expressa o poder de uma minoria.

Se não há violência não há revolução mas sim reforma. No caso de uma democracia, se se usa a violência é porque a democracia falhou e por isso pode dizer-se que Revolução e democracia são noções incompatíveis.

Por principio, um homem sensato deve preferir um método terapêutico a uma intervenção cirúrgica, uma reforma a uma revolução.

A experiência prova que a instabilidade do poder não é boa para transformar a ordem social. Países como os USA e o Reno Unido, sem revoluções, transformaram-se mais que outros, como a França que passou por várias revoluções. Os EUA passaram de uma união de estados agrários para o topo mundial, mantendo fundamentalmente inalterada a Constituição.
Na América Latina, pelo contrário, vários golpes de estado, não alteraram nada até porque, por vezes, os governos são depostos, não por serem piores mas sim por serem mais ingénuos ou menos implacáveis.

Um intelectual progressista, desses que vemos agora por aí a despontar como cogumelos, talvez aceite, com alguma relutância, que a continuidade constitucional nos EUA, não foi tão má quanto isso. E reconhecerá certamente que a tomada de poder por fascistas e nazis prova que os mesmos meios (violência e partido único) não são bons em si mesmo.
Mas reafirmará a sua fé na revolução, a autêntica, a que não se limitará a substituir um poder por outro, o que é, afinal a profecia marxista.

Claro que isso nunca aconteceu, porque esta ideia de Revolução é mítica: nem o desenvolvimento das forças produtivas nem o advento da classe trabalhadora prepara o caminho para a derrota do capitalismo pelas massas conscientes da sua missão histórica. As revoluções limitam-se sempre a substituir uma elite por outra e não há fim da história. Foi por isso que os porcos triunfaram. 





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terça-feira, 29 de outubro de 2013



Sobre o artigo da Unam Sanctam sendo citada indiscriminadamente hoje em dia, recebi este comentário: "Não entendi,o Sr. está dizendo que os Dogmas evolui de acordo com a mentalidade da época para com isso poder se encaixar com o pensamento hodierno? Esse seu texto não consegui entender caríssimo Frei, poderia explicar melhor para mim não cometer alguma falta contra a Igreja Católica."


Frei responde:


Ui, Quase dá para ler seus pensamentos "HERESY DETECTED!"


Nunca disse que "os dogmas mudam de acordo com a mentalidade do tempo". Esconjuro, Sinal da Cruz, Creio em Deus Pai, "Vade retro, Satanás, porque tu não ensinas as coisas de Deus, mas dos homens!", com direito ao exorcismo de Leão XIII. 




Estou dizendo que os ensinamentos não mudam porque "Céus e terras passarão, mas minha Palavra não passará" Lc 21,33; mas os ouvidos e as bocas mudam. "Quando eu era criança, falava como criança, pensava como criança, raciocinava como criança. Depois que me tornei adulto, deixei o que era próprio de criança." I Cor 13,11


Se compararmos um homem moderno a um medieval, veremos que são bem diferentes. O homem moderno sabe muito mais das ciências, mas o medieval sabia muito mais de lógica e como isto se ligava à religião. Melhoramos nas Ciências, mas pioramos na universalidade dos conhecimentos. Um sábio medieval entendia pouco de muita coisa, mas sabia as unir mais. Era a época dos doutores universais, como Santo Alberto Magno ("O" doutor universal) e até mesmo São Tomás sabia um pouco de tudo. Qualquer sábio moderno sabe muito da sua especialidade, mas é ignorante em outros assuntos. Assim, como apenas exemplos, os físicos não falam com a teologia, os biólogos não compreendem de artes, os juristas não atinam com a matemática. Um doutor medieval conhecia música, geometria, lógica, artes, teologia... Um doutor moderno em química é muito sábio em química e ponto final. Sabe mais que Paracelso jamais sonhou saber, mas terá dificuldade em definir o que é música ou qual as propriedades do livre-arbítrio, coisa que qualquer aspirante a uma universidade medieval saberia. Ao mesmo tempo, o homem medieval era muito mais saudável de mente que de corpo, o homem moderno parece doente de mente ainda que bem de corpo (quer dizer, o homem "europeu" para tomar de base de comparação, não das regiões famélicas do mundo). Sim, o homem medieval morria de peste bubônica que um dos nossos antibióticos dão conta. Mas o homem moderno se mata de nihilismo, de falta de esperança e sentido na vida, coisa que um medieval sabia que tudo estava nas mãos de Deus e que havia um sentido em tudo. Se nós achamos inconcebível como os medievais morriam com qualquer doença ou iam morrer nas cruzadas, um medieval acharia inconcebível que um homem moderno se questionasse das coisas mais básicas como a certeza da existência da realidade ou do Criador, ou se deixasse enganar feito cordeirinho por falsos consensos e falsos pensamentos. Um camponês medieval, por exemplo, não cairia na conversa fiada de "luta de classes" de Marx. Ele diria ao furunculoso: "Os nobres me protegem, os padres oram por mim e me ensinam, e eu que sou um parvo ignorante trabalho. Estamos quites. Aliás, eu acho até que eu levo vantagem, porque estudar como os padres é difícil, guerrear como os barões é doloroso, trabalhar de lavrador é o mais fácil de tudo..."


A Unam Sanctam foi escrita para pôr nos trilhos um rei medieval por um papa não menos belicoso. Seu texto causa incompreensão hoje em dia e aparente conflito com o magistério mais recente, o que é uma impossibilidade teológica. Para o homem do século XXI, melhor usar os textos dos papas e concílios dos séculos XX e XXI.


Um texto fora do contexto é pretexto. Esta é a regrinha básica. Nosso contexto está bem longe daquele da Unam Sanctam. Sendo assim, a despeito de tudo o que vem nela ser correto(*), ela não é a ferramente catequética mais adequada em nossos tempos. 


Alguém dirá "Ah, então isso se aplica também à Escritura?" Eu digo que sim, ora. Que padre no domingo em que se lê "Se alguém vem a mim e não odiar seu pai e sua mãe" não tem de explicar que este odiar significa "deixar de dar preferência", que não é ódio no sentido de desejar o mal, violando o mandamento do decálogo? Para o público da antiguidade palestina não gerou escândalo algum, para nós gera se não for explicada. Mesmo os textos veterotestamentários que antecederam Jesus não tinham de ser explicados? O próprio Cristo depois de ressuscitado não passou horas na caminhada a Emaús explicando os profetas de cinco a sete séculos antes? São Filipe Apóstolo não teve de explicar o já cinco vezes centenário texto de Isaías para o eunuco da rainha da Etiópia que não estava entendendo? Um perplexo Agostinho não lutava com o sentido da Bíblia (então dezesseis séculos mais nova) até ouvir as pregações de Santo Ambrósio clarificando?


Se quiser pensar que nossas orelhas é que pioraram, é um pensamento muito válido, as vezes eu acho isso também. Talvez tenhamos feito o caminho inverso ao descrito por Paulo, na Idade Média é que éramos homens, hoje em dia viramos crianças, somos os Benjamin Buttons do conhecimento... Infelizmente é possível ser muito douto nas ciências modernas e completamente imaturo como homem. Vemos exemplos as pencas em nossas Universidades, que estão bem longe do que eram as Universidades Medievais, inclusive as PUCs...


A Unam Sanctam é de sua época, feita para esquentar as orelhas de Filipe IV. Quanto a nós, que mal aplicamos as palavras santas e verdadeiras da Lumen Gentium e mal tocamos na Lumen Fidei, ainda temos que fazer muita lição de casa entendendo os papas dos últimos cem anos antes de irmos aos papas de setecentos anos atrás que viviam num mundo bem diferente do nosso com gente bem diferente da nossa...


Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo, Deus e Senhor nosso, o bom pastor, que veio para salvar os homens de todas as épocas com uma mensagem que de tão eterna e perene só poderia ter sido mesma saída da boca de Deus, porque conhecimento humano algum poderia gerar algo tão sólido e tão perfeito como o Evangelho de Cristo: "Céus e terras passarão, mas minha Palavra não passará" Lc 21,33


--*--


(*) - Nota histórica: Como a infalibilidade papal em 1302 não estava definida, houve escritores eclesiásticos (preferencialmente ligados ao rei da França) que disseram ser a Unam Sanctam herética e quiseram fazer (não sei se o fizeram, ou se o fizeram, se sobreviveram os textos) refutações à bula. Aliás, William de Occam, o grande pensador eclesiástico medieval, chamou o quarto sucessor de Bonifácio VIII, João XXII, inclusive de herege (por outros motivos, logicamente) e inclusive apoiou um antipapa. Como a lei não retroage, seja na civil, seja na canônica, não podemos com um dogma do século XIX condenar um pensador do século XIV. Aliás este é um dos raros momentos em que o homem moderno é mais ortodoxo que o medival...







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Reinaldo Azevedo, trechos - (...) A ditadura militar ainda nos faz muito mal, sim. Mas de um modo muito mais amplo do que supõem alguns. Além dos problemas que lhe eram intrínsecos — e eu os conheço de perto porque tomei muita borrachada —, há um outro, que perdura na cultura brasileira. Pouco importava a bobagem que dissesse, ou que ainda diga, o idiota de plantão, logo ele era, e é, alçado ao panteão dos pensadores se, afinal, estivesse, ou esteja, se manifestando contra "a ditadura". Assim, opor-se ao regime militar se tornou uma espécie de selo de qualidade do pensamento.E o mecanismo se renova. Como a ditadura já vai ficando distante de nós, novas "causas" vão juntando novos idiotas, que pontificam com a autoridade dos sábios sobre os mais variados assuntos. A profundidade da ignorância que exibem chega a ser comovente. Ou não vimos, não faz tempo, um grupo de artistas globais a proclamar a maior quantidade de besteiras jamais reunidas num só vídeo sobre a usina de Belo Monte? Nada escapou: história, física, geografia, matemática… Tudo falecia diante da ignorância propositiva, convicta, sincera! (...)





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segunda-feira, 28 de outubro de 2013


Quando eu vejo um católico de hoje em dia citando a Unam Sanctam (1302) de Bonifácio VIII, sabendo o contexto do que se passava naquela época, a mentalidade que era diferente até na expressão, temperamento de Bonifácio VIII (e porque não dizer seus pecados, já que era envolto em intrigas políticas com as famílias italianas e a real francesa, e nunca nem sequer em momento algum foi cogitado para canonização), tenho vontade de bater a cabeça na parece até sangrar. Tantos papas mais recentes, mais estudados, mais santos, sim, mais santos, para se citar e me vão com um orgulhoso nobre romano de setecentos anos atrás em guerra aberta contra o rei mais poderoso da Europa e com as famílias romanas rivais. Perto de Bonifácio VIII o irascível Joaquim Barbosa pareceria uma vovó assistente social. 

As verdades católicas são universais, mas estas verdades são expressas na mentalidade da sua época e no caráter de seus interlocutores e da compreensão de seus ouvintes. Basta só comparar o tamanho da Unam Sanctam (2 páginas) com qualquer texto de um papa mais recente (não sai menos de 20 páginas hoje em dia). Como diria o Apóstolo, "quando eu era criança, falava como criança", o velho Paulo sabia que deveria se dosar a mensagem ao ouvinte. Há que se saber entender que os objetivos de Bonifácio VIII eram deter um rei ganancioso, não fazer apologética entre cidadãos de uma República.

Resumindo, citar a Unam Sanctam hoje em dia é como usar uma retroescavadeira para afinar um piano. É como usar uma tesoura de jardinagem para fazer um parto. Ainda que lícitos, são instrumentos inadequados aos objetivos cuja força bruta mais sangra e destrói que conserta.





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Ano de Nosso Senhor de MMXIII
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(Diário de Santa Faustina, n. 1037)

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